Slings na Mídia

Os Slings e o babywearing estão se espalhando

Slinguru na Folha de Londrina

Nós saímos no caderno Folha da Sexta da Folha de Londrina, segue a matéria na íntegra:

Mamãe canguru
Acessório usado para carregar bebês junto ao corpo oferece conforto para a criança e liberdade para o adulto
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Jacqueline, Janaína e Marília com seus bebês no babysling: acessório conquista as mamães
img_2514Mesmo com a pequena Hellen por perto, Jacqueline consegue usar o computador: ‘‘No começo, dá medo de soltar as mãos. Depois, a gente acostuma’’
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Marília Bittencourt limpa a casa com Gabriel: ‘‘Consigo fazer tudo com ele no colo’’

Toda mãe adora passar horas junto ao filho recém-nascido, se possível no colo. Mas em algumas situações é impossível carregar o bebê nos braços. Como na hora de usar o computador, limpar a casa, ir ao supermercado e até passear sem precisar da ajuda de carrinhos, cercadinhos e cadeirinhas. Já as mulheres que descobriram o babysling resolveram esse problema.

O carregador de bebês nada mais é que uma versão mais moderna das kangas que são utilizadas na África, pelas mulheres que trabalham com os bebês junto do corpo, e da chola boliviana, peça semelhante com a mesma finalidade.

Popularizado entre as mamães famosas, como Nicole Kidman, Angelina Jolie, Julia Roberts, Camilla Alves, o acessório conquista as mães no mundo todo.

”No começo dá muito medo de soltar as mãos e deixar o bebê preso só pelo tecido. Mas, com o tempo, a gente acostuma”, diz a dona de casa Jacqueline Mercer, mãe da pequena Hellen Beatriz Mercer, de sete meses.

A granda vantagem do babysling é que a mãe fica com as mãos livres para executar qualquer tarefa enquanto o filho está sempre bem perto. ”Com o meu filho mais velho, que hoje está com dez anos, eu improvisava um pano amarrado para carregá-lo porque precisava fazer coisas pela casa. Quando estava grávida do Gabriel (de onze meses) vi o babysling com uma amiga e achei ótimo. Como hoje todo mundo trabalha e tem a vida atribulada, as mães acabam ficando sozinhas para cuidar dos bebês e o acessório é muito útil”, diz Marília Bittencourt, que também confecciona babyslings.

Segundo ela, carregar os filhos dessa maneira é muito mais do que comodidade. ”Existe até uma filosofia de vida em relação a isso, chamada de Baby Wearing. Ela prega que, além da praticidade do babysling, que pode ser feito e colocado de várias formas, existe a importância do contato entre a criança e a mãe, o aconchego que o pano e o calor do corpo proporcionam ao bebê, ouvindo as batidas do coração e sua respiração, como se voltasse ao útero materno. Alguns estudiosos enfatizam que essa proximidade é fundamental para o desenvolvimento, principalmente durante os primeiros meses de vida”, afirma.

Para a dentista Janaína Viana, mãe de Raquel, de três meses, a segurança é outra vantagem do acessório. ”Como Raquel está perto de mim o tempo todo, não me preocupo com o risco de alguém levar meu bebê. A gente ouve histórias de mães que perderam seus filhos em segundos de distração, em supermercados, ruas ou outros lugares movimentados. Eu não saio mais de casa sem ele”, conta.

Mas antes de comprar essa peça, é importante observar alguns detalhes. Os dois modelos mais comuns no Brasil são o costurado, chamado de pouch, e o preso com argola. ”O pouch precisa ter costuras bem firmes e as argolas devem ser em náilon ou inox. O tecido mais adequado é o algodão. O fundo da bolsa, onde fica a criança, deve estar, no máximo, quatro dedos abaixo do umbigo da mãe, para garantir segurança e conforto. Se for bem fabricado e usado, o carregador suporta até 20 quilos”, garante Marília.

O modelo feito com argolas é mais versátil, pois possibilita que outras pessoas o utilizem, devido à capacidade de ajuste a qualquer altura. ”Meu marido usa o babysling tanto para carregar a bebê quanto para levar nosso filho mais velho, de quatro anos”, conta Janaína. Esse modelo de argola também vem com um bolso grande na parte externa. ”Não carrego mais bolsa com chaves ou documentos, fica tudo nele”, comenta Jacqueline.

E se engana quem pensa que carregar os pequenos dessa maneira pode trazer algum prejuízo para as costas. ”Quando vestimos o babysling, a coluna fica em uma posição bem ereta, muito mais adequada do que quando levamos as crianças no colo. E o tempo que se consegue ficar com os bebês sem sentir desconforto é bem maior”, diz Marília.

Feitos sob encomenda, os babyslings custam de R$ 65 a R$ 95, dependendo do tecido escolhido e do modelo. ”Tenho clientes que possuem vários, de cores e tecidos diferentes para combinar com a roupa que usam”, afirma Marília.

Serviço: Slinguru Babysling (Marília Bittencourt): fone (43) 3341-5665, e-mail: slinguru@slinguru.com.br

Por Herika Fondazzi

Folha de Londrina, 30/01/2009

Homer Simpson Slingando!!!

Dias atrás eu estava tomando café da tarde e assistindo TV quando me deparo com estas cenas:

Se até ele usa, você também deve usar!!!

Se até ele usa, você também deve usar!!!

homer1

Não me contive e fui procurar na internet o episódio para poder fazer alguns screenshots e colocar aqui no blog.

É, a cultura do Babywearing está se tornando cada vez mais popular! E isso é muito bom!

Até mais!

Mel Lisboa também aderiu ao Sling:

Mel Lisboa slingando

Mel Lisboa slingando

No site EGO.

Sling no desenho Kim Possible

Fernanda Torres Slingando na praia

No site EGO.

Sling no Mais Você!

O Sling vem ganhando um espaço cada vez maior na mídia!

Veja o vídeo no Mais Você sobre o Sling!

Cláudia Leite experimenta um sling

Reportagem do Vídeo Show.

“Sling são nova tendência entre as ‘mamães canguru’.”

Celebridades também usam babyslings!

Brad Pitt

Brad Pitt

Julia Roberts

Julia Roberts

Gwen

Gwen

Madonna

Madonna

Até mais!

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