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Video muito bom! Put a sling on´em

Gostaria decompartilhar um video muito legal!

A letra eu traduzi muito correndo, mas é só pra quem não entende inglês mesmo!

Note que os movimentos que as mamães fazem são bem suaves ;). Nada de sacudir os bebêzinhos hein!

Tradução

All the baby mamas (all the baby mamas)
Todas as mamães

All the baby mamas (all the baby mamas)
Todas as mamães

All the baby mamas (all the baby mamas)
Todas as mamães

All the baby mamas
Todas as mamães

Now get your slings out
Agora peguem seus slings!

Up in the house
Ainda em casa

We just woke up
Acabamos de acordar

I’m lookin’ at your pretty face
Eu estou olhando seu rostinho lindo

Figurin’ out
E pensando

Which nice sling
Qual dos slings legais

To put you in today
Vou vestir hoje

You’re up on me
Você esta comigo

Get you comfy
Fica confortável

I know this will make you happy
Eu sei que isso vai fazer você ficar feliz

No more tears
Chega de lágrimas

When you’re in here
Quando você esta aqui

A sling’s good for you and me
O sling é bom para você e para mim

‘Cause if you love ‘em then you should put a sling on ‘em
Porque você os ama, você deveria por um sling neles!

If you love ‘em then you should put a sling on ‘em
Se você os ama, você deve por um sling neles!

If you love ‘em then you should put a sling on ‘em
Se você os ama, você deveria por um sling neles!

If you love ‘em then you should put a sling on ‘em
Se você os ama, você deve por um sling neles!

Wha-oh-oh-oh-oh-ooh-oh-oh-oh-oh-oh-oh

Wha-oh-oh-oh-oh-ooh-oh-oh-oh-oh-oh-oh

If you love ‘em then you should put a sling on ‘em
Se você os ama, você deve por um sling neles!

If you love ‘em then you should put a sling on ‘em
Se você os ama, você deve por um sling neles!

If you love ‘em then you should put a sling on ‘em
Se você os ama, você deve por um sling neles!

If you love ‘em then you should put a sling on ‘em
Se você os ama, você deve por um sling neles!

The Kangaroo carry
Na posição canguru

Or a baby on my hip
Ou no quadril

We’re ready to rock the playground
Estamos prontos para arrasar no parquinho

We laugh and play
Nós gargalhamos e brincamos

Have fun every day
Nos divertimos todos os dias

So safe and cozy you’ll stay
Porque você ficará seguro e confortável

I need no stroller
Eu não preciso de carrinho

To take him or her
Para levar ele ou ela

Anywhere we want to go
Em qualquer lugar que queremos ir

Just pop ‘em in the sling
É só colocar eles no sling

A ring a ding-ding
(Alguem traduz??? KKK!)

Let me hear all the baby mamas sing
Quero ouvir todas as mães cantando!

If you love ‘em then you should put a sling on ‘em

If you love ‘em then you should put a sling on ‘em

If you love ‘em then you should put a sling on ‘em

If you love ‘em then you should put a sling on ‘em

Wha-oh-oh-oh-oh-ooh-oh-oh-oh-oh-oh

Wha-oh-oh-oh-oh-ooh-oh-oh-oh-oh-oh

If you love ‘em then you should put a sling on ‘em

If you love ‘em then you should put a sling on ‘em

If you love ‘em then you should put a sling on ‘em

If you love ‘em then you should put a sling on ‘em

Wha-oh-oh-oh-oh-ooh-oh-oh-oh-oh-oh

Wha-oh-oh-oh-oh-ooh-oh-oh-oh-oh-oh

Até mais!

10 de dezembro de 2009 at 5:37 PM Deixe um comentário

Detalhes que fazem a diferença

Olá!

Todos em clima de Natal já?

Antes de postar sobre nossa promoção quero falar um pouco sobre a qualidade dos slings. Desde que comecei a fabricá-los procuro melhorar cada vez mais para oferecer um produto que além de seguro é bonito de se usar.

Já vi por aí muitos slings mal costurados, mal acabados, com fios soltando, sem bainha em volta, muito largos, muito estreitos, muito compridos e muito curtos! (Cheguei a ver um em uma loja aqui em Londrina que dizia ser G e era do tamanho do nosso M!)

Pensando nisso tudo faz algum tempo que queria colocar umas fotos que venho tirando dos nossos slings, mostrando com detalhes o capricho que é fruto do amor com que cada um é costurado.

Vamos as fotos!

Todos os bolsos dos nossos slings tem zíper, para maior segurança!

Capa para proteger o zíper

Uma cliente uma vez me perguntou se eu poderia esconder o zíper do sling.

Aqui o zíper aparecendo....

Ela me deu uma ideia muito boa, que além de proteger o bebê do fecho do zíper…

... aqui ele coberto pela capinha.

Ainda dá ao sling um visual mais limpo, sem o zíper aparecendo no meio  do bolso. Eu amei a ideia e a partir daquele dia todos os Slingurus saem com o zíper encapadinho!

Costuras reforçadas (imitando o pesponto do jeans)

Costura reforçada imitando o pesponto do jeans

As costuras que prendem as argolas são reforçadas. Sempre 3 costuras.

Costura Bordada

Sendo que duas são rebatidas e uma é bordada como a da foto acima, e no caso do Jeans um pespontado.

Argolas em alumínio

Argolas em alumínio

Nossas argolas são em alumínio, especialmente fabricadas para a confecção de slings. Testadas pelo laboratório IPEM-PR.

Argolas em alumínio

Elas são leves, sem emendas nem soldas, tem um acabamento fosco/escovado e não enferrujam!

Nossos detalhes fazem a diferença no conforto, na segurança e na beleza.

Leve em consideração esses ítens (além do preço) na hora de comprar seu sling!

Até mais!

25 de novembro de 2009 at 11:59 PM 2 comentários

Sindrome da Cabeça Achatada – Como o Babywaering pode ajudar

A Síndrome da Cabeça Achatada ou “Plagiocefalia” signica literalmente “cabeça oblíqua” (do grego Plagio = oblicuo e cefala= cabeça). A condição não é incomum. Muitos estudos associam o recente aumento de casos de bebês com cabeça oblíqua à “campanha dormir de barriga para cima”.

Desde que mais bebês começaram a dormir de barriga para cima, aumentaram os casos de bebês com algum achatamento na parte de trás da cabeça.

Ela pode ser mais acentuada do lado da cabeça que a criança prefere dormir.

A Síndrome da Cabeça Achatada resulta da preferência que o bebê tem em ficar deitado com a cabeça virada para um dos lados.

Antes de 1992 os fatores de risco associados à plagiocefalia eram considerados como resultado do ambiente uterino e do torcicolo congênito.
Em 1992, depois que a American Academy of Pediatrics recomentou que bebêsdevem dormir somente de barriga para cima para reduzir aincidência de morte súbita, os centros craniofaciais (clínicas e hospitais) começaram a ver um aumento da Plagiocefalia. Em 1996, estudos documentaram a relação entre plagiocefalia e dormir de barriga para cima. A AAP agora recomenda a frequente rotação da cabeça do bebê bom como atividades com o bebê de bruços.

O aumento de casos de bebês com plagiocefalia é um pequeno preço a pagar pela redução de 55% da Sindrome Infantil da Morte Súbita desde 1992, quando a AAP começou a recomendar que os bebês dormissem de barriga para cima. A campanha “Dormir de barriga para cima” tem o crédito de ter salvado milhares de bebês saudáveis de uma morte repentina e inexplicada.

Também pode se notar que recentemente o uso de cadeiras para automóveis carrinhos, balanços para bebês e “bouncers” contribuem para a Plagiocefalia. Nesses dispositivos a cabeça do bebê está sempre contra uma superfície inflexível. Quando usados moderadamente não são uma preocupação, mas o
uso prolongado, especialmente deixar o bebê dormir neles aumenta a  indidência de Plagiocefalia.

Formações externas/posturais podem ser prevenidas e tratadas com o  frequente reposicionamento da cabeça do recém nascido das seguintes maneiras:

  • Alterne a direção na qual o seu bebê é posicionado no berço. Alterne o quadril ou o braço que você geralmente carrega e ou alimenta o bebê.
  • Troque a posição dos briquedos no berço, carrinho ou cadeira do automóvel.
  • Faça atividades com o bebê de bruços enquanto ele estiver acordado, isso pe importante e deve ser parte da rotina diária do seu bebê.
  • Mude o estímulo visual para que o bebê não que sempre olhando para uma só direção quando acordado e faça o bebê brincar de bruços sempre que não estiver dormindo.

Outras técnicas de reposicionamento:

por KevinM. Kelly, Ph.D – extreaído de:  http://www.plagiocephaly.org/support/repotech.htm

Reduza dramaticamente a quantidade de tempo que o bebê ca de barriga para cima. Isso signica cortar o tempo na cadeirinha do carro, balanço boucer etc. ao mínimo. Todos sabemos como a vida pode ser atarefada, e obviamente eles precisam ser usados eventualmente, mas usando-os
o mínimo possível ajuda. As cadeiras para automóveis (bebês conforto) deveriam ser usadas somente para transportar seu filho com segurança, e bebês não devem ser deixados neles para dormir.

Tente usar um sling (carregador de bebê) quando sair invés do bebê conforto. Use o sling em casa também, com uma alternativa ao balanço, carrinho e bouncer.
Bebês são beneficiados quando são carregados e AMAM ser carregados como foi mostrado pela pesquisa sobre a Paternidade Dedicada. (Attachment Parenting).

Extraído do artigo: “Flat Head Syndrome – How Babywearing Can Help”
Site: http://blog.babesinarms.com.au
Traduzido por Marilia Carolina F. Bittencourt Mercer – Slinguru Slings

A Síndrome da Cabeça Achatada ou “Plagiocefalia” signica literalmente “cabeça oblíqua” (do grego
Plagio = oblicuo e cefala= cabeça). A condição não é incomum. Muitos estudos associam o recente
aumento de casos de bebês com cabeça oblíqua à “campanha dormir de barriga para cima”.
Desde que mais bebês começaram a dormir de barriga para cima, aumentaram os casos de bebês
com algum achatamento na parte de trás da cabeça.
Ela pode ser mais acentuada do lado da cabeça que a criança prefere dormir.
A Síndrome da Cabeça Achatada resulta da preferência que o bebê tem em car deitado com a
cabeça virada para um dos lados.
Antes de 1992 os fatores de risco associados à plagiocefalia eram considerados como resultado do
ambiente uterino e do torcicolo congênito.
Em 1992, depois que a American Academy of Pediatrics recomentou que bebêsdevem dormir
somente de barriga para cima para reduzir aincidência de morte súbita, os centros craniofaciais
(clínicas e hospitais) começaram a ver um aumento da Plagiocefalia. Em 1996, estudos documentaram
a relação entre plagiocefalia e dormir de barriga para cima. A AAP agora recomenda a frequente
rotação da cabeça do bebê bom como atividades com o bebê de bruços.
O aumento de casos de bebês com plagiocefalia é um pequeno preço a pagar pela redução de 55%
da Sindrome Infantil da Morte Súbita desde 1992, quando a AAP começou a recomendar que os bebês
dormissem de barriga para cima. A campanha “Dormir de barriga para cima” tem o crédito de ter salvo
milhares de bebês saudáveis de uma morte repentina e inexplicada.
Também pode se notar que recentemente o uso de cadeiras para automóveis carrinhos, balanços para
bebês e “bouncers” contribuem para a Plagiocefalia. Nesses dispositivos a cabeça do bebê está sempre
contra uma superfície inexível. Quando usados moderadamente não são uma preocupação, mas o
uso prolongado, especialmente deixar o bebê dormir neles aumenta a indidência de Plagiocefalia.
Formações externas/Posturais podem ser prevenidas e tratadas com o frequente
reposicionamento da cabeça do recém nascido das seguintes maneiras:
* Alterne a direção na qual o seu bebê é posicionado no berço. Alterne o quadril ou o braço que você
geralmente carrega e ou alimenta o bebê.
* Troque a posição dos briquedos no berço, carrinho ou cadeira do automóvel.
* Faça atividades com o bebê de bruços enquanto ele estiver acordado, isso pe importante e deve ser
parte da rotina diária do seu bebê.
*Mude o estímulo visual para que o bebê não que sempre olhando para uma só direção quando
acordado e faça o bebê brincar de bruços sempre que não estiver dormindo.
Outras técnicas de reposicionamento:
por KevinM. Kelly, Ph.D – extreaído de: excerpt from http://www.plagiocephaly.org/support/repotech.htm
Reduza dramaticamente a quantidade de tempo que o bebê ca de barriga para cima. isso
signica cortar o tempo na cadeirinha do carro, balanço boucer etc. ao mínimo. Todos sabemos
como a vida pode ser atarefada, e obviamente eles precisam ser usados eventualmente, as usando-os
o mínimo possível ajuda. As cadeiras para automóveis (bebês conforto) deveriam ser usadas somente
para transportar seu lho com segurança e bebês não devem ser deixados neles para dormir.
Tente usar um sling (carregador de bebê) quando sair invés do bebê conforto. Use o sling em casa
também com uma alternativa ao balanço, carrinho e bouncer.
Bebês são beneciados quando são carregados AMAM ser carregados como foi mostrado pela
pesquisa da Paternidade Dedicada. (Attachment Parenting).
Extraído do artigo: “Flat Head Syndrome – How Babywearing Can Help”
Site: http://blog.babesinarms.com.au
Traduzido por Marilia Carolina F. Bittencourt Mercer – Slinguru Slings

7 de novembro de 2009 at 10:50 PM 1 comentário

Teoria da Extero-gestação

Faz muito tempo que eu queria postar um texto sobre a extero-gestação, mas comecei a elaborar ele e acabei deixando de lado. Hoje por causa do twitter acabei reencontrando o texto da Flávia Mandic que é simplesmente perfeito, vai ele na íntegra como foi encontrado no Grupo Soluções Para Noites Sem Choro.

Teoria da Extero-gestação

Os bebês humanos estão entre os mais indefesos de todos os mamíferos. Por causa do maior tamanho do cérebro e do fato de que o tecido nervoso necessita de mais calorias para se manter que qualquer outro, grande parte do alimento ingerido é gasto em prover nutrição e calor para as células nervosas. Mais significante é o fato de que nossos bebês necessitam nascer mais cedo do que deveriam, com seus cérebros ainda não totalmente desenvolvidos. Se o bebê humano nascesse já com o sistema nervoso central amadurecido, sua cabeça não passaria pela pelve estreita da mãe no momento do parto. Ao contrário de outros mamíferos, como girafas e cavalos, o recém-nascido humano é incapaz de andar por um longo período após o nascimento, porque lhe falta o aparato neurológico maduro para tanto. O custo primal de ter um cérebro grande é que nossos filhotes nascem extremamente dependentes e em necessidade constante de cuidado.

O crescimento do nosso cérebro após o nascimento é mais rápido do que o de qualquer outro mamífero e segue neste ritmo por 12 meses.

A seleção natural demanda que pais humanos cuidem de seus filhos por um longo período e que os filhos dependam dos pais. Esta necessidade mútua traduz-se em um estado emocional chamado “apego”.

Em algumas culturas, como na tribo !Kung, bebês raramente choram por longos períodos e não há sequer uma palavra que signifique “cólica”. As mães carregam os bebês junto ao corpo, com um aparato semelhante a um “sling”, mesmo quando saem para a colheita. A relação mãe-bebê é considerada sacrossanta, eles permanecem juntos o tempo todo. O bebê tem livre acesso ao seio materno e vê o mundo do mesmo ponto de observação que sua mãe.

Nossa cultura ocidental não permite um estilo de vida idêntico ao de tribos primitivas, mas podemos tirar lições valiosas sobre como ajudar nossos bebês na adaptação à vida extra-uterina.

Nos primeiros 3 meses de vida, o bebê humano é tão imaturo que seria benéfico a ele voltar ao útero sempre que a vida aqui fora estivesse difícil.

É preciso compreender o que o bebê tinha à sua disposição antes do nascimento, para saber como reproduzir as condições intrauterinas. O bebê no útero fica apertadinho, na posição fetal, envolvido por uma parede uterina morninha, sendo balançado para frente e para trás a maior parte do tempo. Ele também estava ouvindo constantemente um barulho “shhhh shhhh”, mais alto que o de um aspirador de pó (o coração e os intestinos da mãe).

A reprodução das condições do ambiente uterino leva a uma resposta neurológica profunda “o reflexo calmante”. Quando aplicados corretamente, os sons e sensações do útero têm um efeito tão poderoso que podem relaxar um bebê no meio de uma crise de choro.

Os 5 métodos para acalmar um bebê até 3 meses de idade são extremamente eficazes SOMENTE quando executados corretamente. Sem a técnica correta e o vigor necessário, não adiantam em nada.

1. Pacotinho ou casulo (embrulhar o bebê apertadinho)

A pele é o maior órgão do corpo humano e o toque é o mais calmante dos cinco sentidos. Embrulhadinho, o bebê recebe um carinho suave. Bebês alimentados, mas nunca tocados, freqüentemente adoecem e morrem. Estar embrulhadinho não é tão bom quanto estar no colo da mãe, mas é um ótimo substituto para quando a mãe não está por perto.

Bebês podem ser embrulhados assim que nascem. Apertadinhos, de forma que não mexam os braços. Eles se sentem confortáveis, “de volta ao útero”. Bebês mais agitados precisam mais de ser embrulhados, outros são tão calmos que não precisam.

Se o bebê tem dificuldade para pegar no sono, pode ser embrulhado apertadinho, não é seguro colocar um bebê para dormir com um cueiro solto. Não permita que o cueiro encoste no rosto do bebê. Se estiver encostando, o bebê vai virar o rosto procurando o peito, ao invés de relaxar.

Todos os bebês precisam de tempo para espreguiçar, tomar banho, ganhar uma massagem. 12-20 horas por dia embrulhadinho não é muito para um bebê que passava 24 horas por dia apertadinho no útero. Depois de 1 ou 2 meses, você pode reduzir o tempo, principalmente com bebês tranqüilos e calmos.

2. Posição de Lado

Quanto mais nervoso seu bebê estiver, pior ele fica quando colocado sobre as costas. Antes de nascer, seu bebê nunca ficou deitado de costas. Ele passava a maior parte do tempo na posição fetal: cabeça para baixo, coluna encolhida, joelhos contra a barriga. Até adultos, quando em perigo, inconscientemente escolhem esta posição.

Segurar o bebê de lado ou com a barriga tocando os braços do adulto ajuda a acalmá-lo (a cabeça fica na mão do adulto, o bumbum encostado na dobra do cotovelo do adulto, com braços e pernas livres, pendurados). Carregar o bebê num sling, com a coluna curvada, encolhidinho e virado de lado, tem o mesmo efeito. Atualmente especialistas são unânimes em dizer que bebês NÃO DEVEM SER POSTOS PARA DORMIR DE BRUÇOS, pelo risco de morte súbita.

O bebê não sente falta de ficar de cabeça para baixo, como no útero, porque na verdade o útero é cheio de fluido e o bebê flutua, como se não tivesse peso algum. Do lado de fora, sem poder flutuar, virado de cabeça para baixo, a pressão do sangue na cabeça é desconfortável.

3. Shhhh Shhhh – O som favorito do bebê

O som “shhh shhh” é parte de quem somos, tanto que até adultos acham o som das ondas do mar relaxante. Para bebês novinhos, “shhh” é o som do silêncio. Ele estava acostumado a ouvir tal som 24 horas por dia, tão alto quanto um aspirador de pó. Imagine o choque de um bebê acostumado a tal som o tempo todo chegando a um mundo onde as pessoas cochicham e caminham na ponta dos pés, tentando fazer silêncio!

Coloque sua boca 10-20 cm de distância dos ouvidos do bebê e faça “shhh”, “shhh”. Aumente o volume do “shh” até ficar tão alto quanto o choro do bebê. Pode parecer rude tentar “calar” um bebê choroso fazendo “shh”, mas para o bebê, é o som do que lhe é familiar.

Na primeira vez fazendo “shhh”, seu bebê deve calar após uns 2 minutos. Com a prática, você será capaz de acalmar o bebê em poucos segundos. É ótimo ensinar isso aos irmãos mais velhos, que adorarão poder ajudar e acalmar o bebê.

Para substituir o “shhh”, pode-se ligar:

– secador de cabelos ou aspirador de pó

– som de ventilador ou exaustor

– som de água corrente

– um CD com som de ondas do mar

– um brinquedo que tenha sons de batimentos cardíacos

– rádio fora de estação ou babá eletrônica fora de sintonia

– secadora de roupas ligada com uma bola de tênis dentro

– máquina de lavar louças

O barulho do carro ligado também acalma a criança.

4. Balanço

“A vida era tão rica no útero. Rica em sons e barulhos. Mas a maior parte era movimento. Movimento contínuo. Quando a mãe senta, levanta, caminha e vira o corpo – movimento, movimento, movimento.” (Frederick Leboyer, Loving Hands)

Quando pensamos nos 5 sentidos – visão, audição, tato, paladar e olfato – geralmente esquecemos o sexto sentido. Não é intuição, mas a sensação de movimento no espaço.

Movimento rítmico ou balanço é uma forma poderosa de acalmar bebês (e adultos). Isso porque o balanço imita o movimento que o bebê sentia no útero materno e ativa as sensações de “movimento” dentro dos ouvidos, que por sua vez ativam o reflexo de acalmar.

Como balançar ?

1. Carregando o bebê num “sling” ou canguru;

2. Dançando (movimentos de cima para baixo);

3. Colocando o bebê num balanço;

4. Dando tapinhas rítmicos no bumbum ou nas costas;

5. Colocando o bebê na rede;

6. Balançando numa cadeira de balanço;

7. Passeando de carro;

8. Colocando o bebê em cadeirinhas vibratórias (próprias para isso);

9. Sentando com o bebê numa bola inflável de ginástica e balançando de cima para baixo com ele no colo;

10. Caminhando bem rapidamente com o bebê no colo.

Quando balançar o bebê, seus movimentos devem rápidos mas curtos. A cabeça do bebê não fica sacudindo freneticamente. A cabeça move no máximo 2-5 cm de um lado para o outro. A cabeça está sempre alinhada com o corpo e não há perigo de o corpo mover-se numa direção e cabeça abruptamente ir na direção oposta.

5. Sucção

No útero, o bebê está apertadinho, com as mãos sempre próximas ao rosto, sugando os dedos com freqüência. Quando nasce, não mais consegue levar as mãos à boca. A sucção não-nutritiva é outra forma de acalmar o bebê. A amamentação em livre demanda não é recomendada somente para garantir a nutrição do bebê e a produção de leite da mãe, mas também para suprir a necessidade de sucção não-nutritiva. Alguns especialistas orientam às mães a darem chupetas para isso, mas ainda que a chupeta seja oferecida ao bebê, não deve ser introduzida nas 6 primeiras semanas de vida, quando a amamentação ainda está sendo estabelecida. Há sempre o risco de haver confusão de bicos e o bebê sugar o seio incorretamente.

É importante lembrar que o bebê nunca chora à toa. O choro nos primeiros meses de vida é a única forma de comunicar que algo está errado. Ainda que ele esteja limpo e bem alimentado, muitas vezes chora por necessidade de aconchego e calor humano. Por isso, falar que bebê novinho (recém nascido até 3 meses ou mais) faz manha (no sentido de chorar para manipular “negativamente” os pais) não tem sentido, bebês novinhos simplesmente não tem maturidade neurológica para tanto.

Bibliografia:

The Happiest Baby on the Block, Dr. Harvey Karp, Bantam Dell, 2002. New York.

Our Babies, Ourselves: How Biology and Culture Shape the Way We Parent, Meredith F. Small, Anchor Books, 1998. New York.

Texto organizado por Flavia O. Mandic

Até mais!

7 de agosto de 2009 at 11:02 PM Deixe um comentário

De olho na segurança

Nosso blog tem uma ferramenta (como muitos outros blogs) que nos possibilita ver quais os termos que as pessoas usaram para chegar até o nosso site.

Muita gente chega aqui pesquisando sobre molde de sling ou como confeccionar um sling. Mas infelizmente por motivos comerciais acabam não encontrando aqui o que vieram buscar ;).

A minha preocupação é com a segurança. Se você vai fazer o seu sling, por favor, faça ele com argolas seguras e com costuras adequadas. E vale ressaltar que confeccionar sling para vender não deve ser nem de longe somente uma preocupação financeira. A pessoa deve saber como usar, como resolver problemas de uso incorreto e muito mais importante, ter a filosofia do Babywearing bem desenvolvida em si.

O sling não é nenhum milagre. É uma ferramenta que pode vir te ajudar e muito a ficar mais próximo do seu bebê e desenvolver um vínculo mais forte com ele. Mas se for feito e utilizado da maneira correta.

Eu e mais algumas fabricantes de sling estamos desenvolvendo um blog sobre sling seguro: http://slingseguro.wordpress.com .

Se você está em dúvida sobre que argola comprar, ou não comprar rs, acesse o blog do Sling Seguro e veja os absurdos que encontramos por aí diariamente, fruto da desinformação e muitas vezes da ganância.

É isso aí! Segurança em primeiro lugar!

Até mais!!!

1 de julho de 2009 at 12:52 PM 1 comentário

Meu presente de dia das mães

Pensei e repensei se colocaria aqui a reportagem da Folha de Londrina, e resolvi colocar, os slings são extensão da minha vida de mãe, e foi por causa da minha maneira de cuidar dos meus filhos que cheguei até elese resolvi confeccionar.

Então lá vai:

imgcg_2431Fomos os garotos da capa rs…

Até mais!

12 de maio de 2009 at 1:17 PM Deixe um comentário

Sling no desenho Kim Possible

Meu filho estava assistindo hoje, e saiu correndo falando:
Mãe! Vem ver mãe, sling, sling!!! Haha!

E não é que o namorado a Kim tem uma irmã mais nova que ele volta e meia tem que cuidar, e olha só a solução que ele arranjou!

Obs: desenho em inglês.

Divirtam-se! Nesse episódio ele salta de paraquedas com a bebê, lógico que isso NÃO é recomendado, mas acho show a iniciativa dos desenhistas em difundir a prática do babywearing com os pequenos.

Até mais!

4 de abril de 2009 at 10:53 AM Deixe um comentário

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