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Confiram aqui vários artigos sobre Babywearing no Brasil e no mundo!

Sling X Canguru

Muita gente me pergunta a diferença, aproveitando que uma colega traduziu um texto muito esclarecedor resolvi postar ele aqui para que não se tenha mais dúvidas das diferenças entre um e outro:

Comparação entre cangurus convencionais e carregadores de bebê ergonômicos.


Atualmente muitas marcas conhecidas de puericultura oferecem ao público carregadores de bebês como mochilas (também conhecido no Brasil como canguru) de “nova geração” (BabyBjörn, Chicco, Bebé Confort, Jané, Graco..). As principais diferenças entre estes e os carregadores de bebê tadicionais e ergonômicos descritos nestas páginas são as posturas adotadas pelo bebê neles. Se observarmos um bebê em uma destas mochilas (cangurus), podemos constatar que a postura da cadeira (onde o bebeê senta) não é correta. Habitualmente observamos que as pernas do bebê ficam penduradas em relação ao resto do corpo, e não dobradas no estilo “rã” (postura que favorece o desenvolvimento das articulações dos quadris). Com as perninhas penduradas, o peso do bebê é fica apoiado diretamente na zona genital ao invés do seu bumbum, e sua coluna adquire uma postura não-fisiológica.

A postura de “rã” consiste em levar o bebê no colo com as pernas abertas em cerca de 45° em relação ao eixo corporal (abertura total entre as pernas de 90°), e o quadril flexionado de maneira que os joelhos fiquem à uma altura ligeiramente superior ao bumbum. Isso permite que a cabeça do fêmur fique perfeitamente encaixada dentro da articulação do quadril e é a posição fisiologicamente correta, é uma postura ótima, e previne problemas posteriores desta articulação. Esta técnica de encaixamento ajuda a resolver casos de displasia de quadril leves.
Uma boa maneira de saber se um bebê está bem colocado (ou está em um bom carregador de bebê) é se os pés são vistos pelo outro lado.. na posição frontal (barriga-barriga) se vê por trás e no quadril vê-se pelo lado oposto.


Existem também slings “de nova geração” que podemos encontrar facilmente no mercado, nos quais se pode colocar o bebê em posição sentado, como os slings de argolas (ring slings) ou o pouch sling. Nestes slings consegue-se uma posição correta para o bebê, porém se o ajuste não for correto o bebê pode ficar muito baixo, podendo causar incômodo e dores para quem carrega.
Além disso, nas fotografias promocionais destas mochilas mais comerciais sempre aparecem os bebês olhando para a frente. Esta postura é totalmente contra-indicada. Esta posição obriga o bebê a curvar a coluna na posição contrária à fisiológica, ficando mais ereta, e o deixa exposto à uma infinidade de estímulos diretos, sem possibilidade de proteção, uma vez que não pode se virar. Outro fato é o incômodo para quem está carregando, já que o bebê tende a posicionar sua coluna e separar seu corpo de quem o leva e altera o centro de gravidade do mesmo, obrigando-lhe a modificar sua postura correta com consequentes problemas nos ombros e coluna e sobrecarga do assoalho pélvico.
A únicas vantagem que encontramos neste tipo de carregadores mais convencioais é a facilidade de encontrar em qualquer loja de puericultura. As lojas especializadas em produtos para bebês têm buscado responder a uma demanda do mercado, mas em nossa opinião, sem observar muito os aspectos mais importantes (ergonomia para o bebê e quem o carrega). Por outro lado, estas mochilas e slings geralmente podem ser usados por pouco tempo, já que logo se tornam incômodas para quem as usa. Em resumo, pode-se dizer que apesar de apresentar modernos e atrativos designs, ainda lhes faltam muitos aspectos para melhorar, que os carregadores tradicionais já traziam “de série”.


Sobre a Red Canguro:
A Red Canguro, Associação Espanhola para o Incentivo ao Uso dos Carregadores de Bebê, é uma associação sem fins lucrativos, fundada em novembro de 2008, com a finalidade de incentivar o uso de carregadores de bebê entre mães, pais, e qualquer pessoa interessada, difundir informação relacionada, servir como contato e apoio para pessoas que desejam iniciar no mundo dos carregadores de bebê, incentivar o encontro e intercâmbio de informações e experiências entre usuários, aumentar o nível de conhecimento sobre carregar bebês em espanhol e incentivar e difundir a criança com afeição. Para maiores informações sobre o tema visite: www.redcanguro.org

Complementando


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..com uma notícia que está em alta: e o sling da Cláudia Leitte???

Carregador de bebê estruturado

Carregador de bebê estruturado


Bem, o sling da Cláudia Leitte, embora seja um carregador de tecido é estruturado, ele tem uma base no fundo e isto faz com que ele não seja ergonômico para o bebê.
Sua “base” impede que o tecido se molde à coluna do bebê e ocasiona num mal posicionamento da cabeça com relação ao pescoço.. isso prejudica a respiração. Além disso geralmente não permite um ajuste de altura bom, costuma ficar muito baixo forçando a coluna de quem o carrega.

Pra deixar claro: SLING é todo carregador de pano, não-estruturado e ERGONÔMICO.

Precisa atender estes 3 requisitos para ser um sling!

Tradução: Andreza Espi. (Dida – Mania de Sling)
Fonte: Red Canguro

Até mais!


Levando um BB com paralisia cerebral no sling

Experiência: Carregando Um Bebê Com Paralisia Cerebral No Sling..

A experiência de uma mãe durante o primeiro ano de seu filho.
Por: Andrea Biestro.

Devido à uma hipoxia no nascimento, nosso filho tem paralisia cerebral, que causa um atraso em seu desenvolvimento. Carregar uma criança que demora mais em alcançar simples avanços como sustentar a cabeça, sentar ou rolar pode ser um grande desafio. O pouco tônus muscular é constante em nosso filho, ainda que temos experimentado alguns momentos melhores; algumas coisas dificultam a colocação do bebê no sling, mas com prática conseguimos uma melhor maneira de fazer isso. Assim mesmo, diferentes slings têm se adequado à diferentes etapas do crescimento de nosso filho. Aqui apresento nossa experiência levando nosso filho com os carregadores de bebê que temos: Sling de argolas (ring sling), Rebozo (uma espécie de sling com nó), Fulares (wrap) e carregadores de bebê de inspiração asiática. Esperamos que isso ajude outras pessoas que tenham filhos comnecessidades especiais.
Levar nosso filho no sling nos proporciona a alegria e o privilégio de tê-lo junto de nós. Já que nosso filho não pode se mover de maneira independente como para explorar o mundo, levá-lo no colo nos ajuda a mostrá-lo a natureza, as atividades domésticas, jogos, esportes. pessoas e muitas outras coisas.
É muito importante falar que a segurança é prioridade quando se usam carregadores de bebê, e suas comprovações uma norma, quando falamos de uma criança com alguma deficiência, isto deve ser enfatizado ainda mais. Sempre se pergunte: “Isto é comprovado?”, e se não há resposta, pergunte-se novamente. Vale a pena.

OS PRIMEIROS 3 MESES:

Sling de argolas: se demosntrou muito útil nos primeiros meses já que o colocávamos em posição de berço e era cômodo, quentinho, e juntinho de nós o tempo todo. Sua terapeuta também apoiou a eleição deste carregador de bebê, já que nosso filho tinha uma hiperestensão da coluna (a bacia virada para trás). Carregá-lo numa posição mais curvada o ajudou nestes primeiros meses, pois a postura natural da coluna do bebê é exatamente curvada. A bolsa também nos ajudou com a posição de “rã”.
Fular: O fular foi a salvação durante estes meses também, já que podíamos usar um rebozo para posições de berço, ou fulares maiores para posições de “rã” ou berço (com nó em ambos os casos), o tecido podia se ajustar para sustentar sua cabeça (ele não teve controle do movimento da cabeça até os 9 meses).
Carregadores asiáticos: nosso promeiro Mei tai foi um Sachi*, que adoramos. Usávamos em posição de rã, sempre assegurando de que formava uma cadeira, e de que o bumbum estava mais baixo do que os joelhos, já que isto proporcionava a curvatura da coluna que nosso filho precisava.

DE 3 A 9 MESES:

Slings: ainda muito úteis na posição de rã, mas como nosso bebê cresceu e era cada vez mais capaz para ver o mundo começamos com os cangurus. Ele gostava de ficar com os pés livres, assim que nos assegurávamos de que o tecido cobria bem sua coluna, abaixo do bumbum até suas pernas. Esta posição ajudava no controle de sua cabeça, porque ele fazia esforço para ver as coisas que lhe chamavam atenção. As posições de cadeirinha não nos foram úteis já que ele era muito atônico para elas (tonicidade muscular).
Fular: Como no sling de argolas, ideal para posição barriga-com-barriga, mas quando ele queria ter uma melhor visão do mundo o levávamos com na posição de frente olhando para fora. Sempre nos certificávamos de fazer a cadeira para ele de forma que suas pernas formassem um ângulo de 90°. Testamos posições nas costas, mas sua falta de tônus deixou muito difícil de conseguir uma boa posição e ajuste, assim evitamos esta posição neste período.
Nota: Em ambos, sling de argola e fulares, as posições olhando para a frente não foram muito cômodas para nós pais, assim, depois de certo tempo voltavam para a posição barriga-barriga dando um descanço na coluna antes de voltar à posição olhando pra frente.
Carregadores Asiáticos: Neste periodo foram nossos salva-vidas!!! As posições altas nas costas foram um alívio, já que eram mais fáceis de conseguir com mei tais do que com fulares. Nosso filho adorava olhar sobre nossos ombros, e era tão confortável para nós! Como nosso menino não tinha o controle da cabeça e era alto, o comprimento de um mei tai pequeno não conseguia sustentar a cabeça, que normalmente caía para trás em posições tanto na frente como nas costas. A solução foi utilizar mei tais com corpos maiores.

DE 9 A 12 MESES:

Sling de argolas: Como nosso filho está mais pesado agora (seu peso sempre está abaixo de qualquer percentil), carregá-lo em um só ombro não é tão incômodo para longos passeios. Ainda utilizamos muito, sobretudo porque as posições de cadeirinha estão começando a ser mais cômodas para nós já que o controle da cabeça e tronco do bebê são melhores. Para dentro de casa ou para ir à um local próximo ainda é nosso porta-bebês preferido.
Fular: Finalmente estamos conseguindo posturas da coluna com eles porque o controle da cabeça de nosso filho nos permite mais tempo para amarrar e assim conseguimos um ajuste adequado e seguro. Fulares e Rebozos longos têm sido os porta-bebês mais cômodos para nós pelas múltiplas formas que se distribuem o peso do bebê homogeneamente, por isso estamos sensibilizados e preferindo este num aspecto geral.
Carregadores de bebês asiáticos: agora podemos dobrar a parte superior do porta-bebê para colocar seus braços de fora, ou para oferecer-lhe uma vista sem obsáculos. O controle de sua cabeça já o permite.

OBSERVAÇÕES: Levar um bebê que já tem um controle da cabeça faz uma grande diferença pra nós! Ele é perfeito para posições nas costas. Ele também está gostando quando o colocamos em cima (antes irritava-se), mas é muito importante por razões de segurança (sabemos no que implica colocar um bebê num carregador contra sua vontade). Nosso terapeuta adora os carregadores, porque formam uma cadeirinha para nosso filho, ajudando-o a manter suas pernas em um ângulo de 90°. Inclusive quando o carregamos sem o porta-bebês, nos é aconselhado a sustentar suas pernas de forma que se dobrem (usando ambos os braços, um para sustentar o corpo e outro abaixo dos joelhos), porque isso envia uma mensagem ao cérebro de como deve comportar-se enquanto está sentado, e seus músculos se acostumam a estar na posição correta. Assim os carregadores de bebê verdadeiramente nos têm ajudado, permitinso que nossas mãos estejam livres, sem nos cansar e podemos ter nosso bebê por perto enquanto fazemos outras coisas.
*Sachi: marca de um Mei Tai.

Sobre a Red Canguro:
A Red Canguro, Associação Espanhola para o Incentivo ao Uso dos Carregadores de Bebê, é uma associação sem fins lucrativos, fundada em novembro de 2008, com a finalidade de incentivar o uso de carregadores de bebê entre mães, pais, e qualquer pessoa interessada, difundir informação relacionada, servir como contato e apoio para pessoas que desejam iniciar no mundo dos carregadores de bebê, incentivar o encontro e intercâmbio de informações e experiências entre usuários, aumentar o nível de conhecimento sobre carregar bebês em espanhol e incentivar e difundir a criança com afeição. Para maiores informações sobre o tema visite: www.redcanguro.org

Artigo original em: www.thebabywearer.com
Tradução do espanhol: Andreza Espi/Mania de Sling by Dida.

fonte: http://redcanguro.org/2009/03/19/llevando-en-portabebes-a-un-bebe-con-paralisis-cerebral/

Escolhendo o carregador de bebê ideal

Usar um sling ou carregador de bebê é uma maravilhosa maneira de criar laços com o recém nascido e manter suas mãos livres para as tarefas de casa.

Praticar o babywearing (usar um sling) traz muitos benefícios para a mãe e o bebê incluindo criar um laço afetivo mais forte e um bebê que tem períodos de choro menores. Muitos pais se interessam em usar um sling ou carregador de bebê, mas podem ficar confusos pela quantidade de opções ofertadas a eles.

Pouch Sling (sem argolas)

O Pouch é simples, um sling de peça única que é feito sob medida par quem irá usar. É muito bom para carregar recém nascidos e é um dos mais fáceis de se aprender a usar. Como ele é feito de uma peça de tecido, ocupa pouco espaço na bolsa do bebê. O Pouch é colocado sobre um ombro e passa na diagonal pelo corpo da mãe até o quadril oposto ao ombro onde ele fica. O bebê fica dentro da bolsa que é formada dobrando-se o Pouch ao meio. Eles podem ser usados também na posição barriga com barriga ou também no quadril quando o bebê está maior. Por serem feitos sob medida geralmente só podem ser usados por um dos pais e pode não servir mais se a mamãe ganhar ou perder muito peso e pode ocorrer alguma diferença no vestir à medida que o bebê cresce.

Sling de Argola

É basicamente um Pouch ajustável. Um sistema simples de trava por argolas permite ajustar o tamanho da bolsa onde o bebê fica e também ajustar ao tamanho de quem usa. Por causa desse ajuste, pode ser usado por várias pessoas que cuidam do bebê. Ele tem uma cauda que pode ter um pouco de tecido extra onde vai um bolso com o tamanho aproximado para caber 1 a 2 fraldas o que confere a causa do sling uma ótima característica funcional. Como o Pouch pode ser usado como um carregador frontal ou de quadril e o bebê pode ir deitado na horizontal ou sentado. Os Slings de Argola são extremamente fáceis e versáteis de se usar. O tamanho dele faz com que caiba muito bem numa bolsa de bebê para você usar sempre que precisar.

Mai-Tai

Esse carregador exige um pouco mais de tempo para aprender a usar, mas são muito versáteis e permitem que o peso do bebê fique mais bem distribuído pelo corpo em cima dos dois ombros. Pode ser bem útil quando você realmente necessita das suas duas mãos livres e quer ter a certeza de que o bebê está bem acomodado e seguro. Pode ser usado como um carregador frontal ou nas costas o que pode ser bem útil quando você necessita fazer tarefas de casa com um bebê grande. As maiorias dos Mai-Tais têm poucas partes acolchoadas o que permite que caiba bem na bolsa do bebê.

Wrap ou Encharpe

É uma das opções mais complexas entre os carregadores de bebê, porém é o que melhor existe em número de posições para se usar. São bem compactos para levar na bolsa e uma boa opção para quem quer um carregador que sirva em qualquer pessoa. Permitem que se ajuste o carregador baseado na preferência pessoal dos pais e também pelo peso do bebê à medida que ele cresce.

Fonte: http://infantstoddlers.suite101.com/article.cfm/choosing_the_right_baby_carrier

Nós trabalhamos com o Sling de Argola encomende já o seu!

Até mais!


Reportagem da Veja deixa a desejar!

Queridos, saiu uma reportagem na veja sobre vários produtos para bebês com apelo ecológico. Até aí tudo bem, muito legal o sling estar entre eles, só que o que a Cláudia Leite estava usando, não é um sling! E pra completar me pareceu que a fonte de onde eles tiraram informações sobre o sling não entendia nada de carregadores de bebê e muito menos de ter que carregar o bebê. Fica aqui o meu aviso: Muitas reportagens por aí sobre sling são totalmente descabidas porque os repórteres não vão pesquisar no lugar certo e saem falando o que eles “acham” que seja certo.

Segue texto da Carla da Carinho de Pano:

A revista Veja me irrita!

Tá, não é só ela. As revistas, os jornais, os programas de televisão adoram falar sobre o que não sabem e colocar opiniões de especialistas que simplesmente desconhecem o assunto.
Hoje saiu uma reportagem no “Guia Veja” com o título de Eco bebês.
Fala de roupas orgânicas, tummy tub, mamadeira sem bisfenolA, fraldas de pano, umas bobajadas de capacete e walkie talkie (venho falar desse depois, ou no blog pessoal, não decidi ainda) e… adivinha?
O assunto da moda, o sling, não podia ficar de fora né?
Explica o que é, fala da vantagem de ter o bebê em contato e diz que “ele teria ainda um efeito calmante sobre os bebês mais chorões”.
E transcrevendo:
O que diz quem usa: É prático e confortável nos primeiros meses do bebê. Quando ele fica maiorzinho, por volta dos 10 meses, é preferível usar o canguru, que deixa braços e pernas livres.
O que dizem os especialistas: a partir de 1 ano de idade, a criança fica mais inquieta e existe o risco de queda. O sling não deve ser usado por longos períodos – o máximo recomendável é uma hora por dia. Mais do que isso aumenta o risco de lesões na coluna da mãe.E ainda ilustra com uma foto da Claudia Leitte carregando o bebê num carregador que não éexatamente um sling. É uma espécie de bolsa que não é fresquinha, não molda com perfeição o corpinho do bebê e ainda dificulta o fluxo de ar que o bebê respira (vou traduzir um estudo que existe sobre esse carregador e posto aqui).
O que eu digo:
1 – Em nenhum momento o canguru é melhor que o sling. Obviamente eles não sabem do que estão falando. Está bem claro que não sabem da diversidade de posições que o sling permite.
2 – Especialistas em que mesmo? Se o sling for utilizado corretamente (e produzido com materiais adequados) não existe o risco de queda.
3 – Bebês precisam ser carregados durante muito mais do que uma hora por dia. Principalmente os mais novinhos. E para carregá-los, é muito mais prático, confortável, seguro e ergonômico carregar no sling.

Que loucura! Parece que existe um complô de alguns jornalistas contra o sling. Mas é apenas o medo do desconhecido que faz com que falem essas bobagens. Uma pena… pois ao meu ver, quando um jornalista publica algo deve ter certeza do que esta falando, pra não reforçar conceitos errados que existem por aí.

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