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Sindrome da Cabeça Achatada – Como o Babywaering pode ajudar
A Síndrome da Cabeça Achatada ou “Plagiocefalia” signica literalmente “cabeça oblíqua” (do grego Plagio = oblicuo e cefala= cabeça). A condição não é incomum. Muitos estudos associam o recente aumento de casos de bebês com cabeça oblíqua à “campanha dormir de barriga para cima”.
Desde que mais bebês começaram a dormir de barriga para cima, aumentaram os casos de bebês com algum achatamento na parte de trás da cabeça.
Ela pode ser mais acentuada do lado da cabeça que a criança prefere dormir.
A Síndrome da Cabeça Achatada resulta da preferência que o bebê tem em ficar deitado com a cabeça virada para um dos lados.
Antes de 1992 os fatores de risco associados à plagiocefalia eram considerados como resultado do ambiente uterino e do torcicolo congênito.
Em 1992, depois que a American Academy of Pediatrics recomentou que bebêsdevem dormir somente de barriga para cima para reduzir aincidência de morte súbita, os centros craniofaciais (clínicas e hospitais) começaram a ver um aumento da Plagiocefalia. Em 1996, estudos documentaram a relação entre plagiocefalia e dormir de barriga para cima. A AAP agora recomenda a frequente rotação da cabeça do bebê bom como atividades com o bebê de bruços.
O aumento de casos de bebês com plagiocefalia é um pequeno preço a pagar pela redução de 55% da Sindrome Infantil da Morte Súbita desde 1992, quando a AAP começou a recomendar que os bebês dormissem de barriga para cima. A campanha “Dormir de barriga para cima” tem o crédito de ter salvado milhares de bebês saudáveis de uma morte repentina e inexplicada.
Também pode se notar que recentemente o uso de cadeiras para automóveis carrinhos, balanços para bebês e “bouncers” contribuem para a Plagiocefalia. Nesses dispositivos a cabeça do bebê está sempre contra uma superfície inflexível. Quando usados moderadamente não são uma preocupação, mas o
uso prolongado, especialmente deixar o bebê dormir neles aumenta a indidência de Plagiocefalia.
Formações externas/posturais podem ser prevenidas e tratadas com o frequente reposicionamento da cabeça do recém nascido das seguintes maneiras:
- Alterne a direção na qual o seu bebê é posicionado no berço. Alterne o quadril ou o braço que você geralmente carrega e ou alimenta o bebê.
- Troque a posição dos briquedos no berço, carrinho ou cadeira do automóvel.
- Faça atividades com o bebê de bruços enquanto ele estiver acordado, isso pe importante e deve ser parte da rotina diária do seu bebê.
- Mude o estímulo visual para que o bebê não que sempre olhando para uma só direção quando acordado e faça o bebê brincar de bruços sempre que não estiver dormindo.
Outras técnicas de reposicionamento:
por KevinM. Kelly, Ph.D – extreaído de: www.plagiocephaly.org/support/repotech.htm
Reduza dramaticamente a quantidade de tempo que o bebê ca de barriga para cima. Isso signica cortar o tempo na cadeirinha do carro, balanço boucer etc. ao mínimo. Todos sabemos como a vida pode ser atarefada, e obviamente eles precisam ser usados eventualmente, mas usando-os
o mínimo possível ajuda. As cadeiras para automóveis (bebês conforto) deveriam ser usadas somente para transportar seu filho com segurança, e bebês não devem ser deixados neles para dormir.
Tente usar um sling (carregador de bebê) quando sair invés do bebê conforto. Use o sling em casa também, com uma alternativa ao balanço, carrinho e bouncer.
Bebês são beneficiados quando são carregados e AMAM ser carregados como foi mostrado pela pesquisa sobre a Paternidade Dedicada. (Attachment Parenting).
Extraído do artigo: “Flat Head Syndrome – How Babywearing Can Help”
Site: http://blog.babesinarms.com.au
Traduzido por Marilia Carolina F. Bittencourt Mercer – Slinguru Slings
Plagio = oblicuo e cefala= cabeça). A condição não é incomum. Muitos estudos associam o recente
aumento de casos de bebês com cabeça oblíqua à “campanha dormir de barriga para cima”.
Desde que mais bebês começaram a dormir de barriga para cima, aumentaram os casos de bebês
com algum achatamento na parte de trás da cabeça.
Ela pode ser mais acentuada do lado da cabeça que a criança prefere dormir.
A Síndrome da Cabeça Achatada resulta da preferência que o bebê tem em car deitado com a
cabeça virada para um dos lados.
Antes de 1992 os fatores de risco associados à plagiocefalia eram considerados como resultado do
ambiente uterino e do torcicolo congênito.
Em 1992, depois que a American Academy of Pediatrics recomentou que bebêsdevem dormir
somente de barriga para cima para reduzir aincidência de morte súbita, os centros craniofaciais
(clínicas e hospitais) começaram a ver um aumento da Plagiocefalia. Em 1996, estudos documentaram
a relação entre plagiocefalia e dormir de barriga para cima. A AAP agora recomenda a frequente
rotação da cabeça do bebê bom como atividades com o bebê de bruços.
O aumento de casos de bebês com plagiocefalia é um pequeno preço a pagar pela redução de 55%
da Sindrome Infantil da Morte Súbita desde 1992, quando a AAP começou a recomendar que os bebês
dormissem de barriga para cima. A campanha “Dormir de barriga para cima” tem o crédito de ter salvo
milhares de bebês saudáveis de uma morte repentina e inexplicada.
Também pode se notar que recentemente o uso de cadeiras para automóveis carrinhos, balanços para
bebês e “bouncers” contribuem para a Plagiocefalia. Nesses dispositivos a cabeça do bebê está sempre
contra uma superfície inexível. Quando usados moderadamente não são uma preocupação, mas o
uso prolongado, especialmente deixar o bebê dormir neles aumenta a indidência de Plagiocefalia.
Formações externas/Posturais podem ser prevenidas e tratadas com o frequente
reposicionamento da cabeça do recém nascido das seguintes maneiras:
* Alterne a direção na qual o seu bebê é posicionado no berço. Alterne o quadril ou o braço que você
geralmente carrega e ou alimenta o bebê.
* Troque a posição dos briquedos no berço, carrinho ou cadeira do automóvel.
* Faça atividades com o bebê de bruços enquanto ele estiver acordado, isso pe importante e deve ser
parte da rotina diária do seu bebê.
*Mude o estímulo visual para que o bebê não que sempre olhando para uma só direção quando
acordado e faça o bebê brincar de bruços sempre que não estiver dormindo.
Outras técnicas de reposicionamento:
por KevinM. Kelly, Ph.D – extreaído de: excerpt from www.plagiocephaly.org/support/repotech.htm
Reduza dramaticamente a quantidade de tempo que o bebê ca de barriga para cima. isso
signica cortar o tempo na cadeirinha do carro, balanço boucer etc. ao mínimo. Todos sabemos
como a vida pode ser atarefada, e obviamente eles precisam ser usados eventualmente, as usando-os
o mínimo possível ajuda. As cadeiras para automóveis (bebês conforto) deveriam ser usadas somente
para transportar seu lho com segurança e bebês não devem ser deixados neles para dormir.
Tente usar um sling (carregador de bebê) quando sair invés do bebê conforto. Use o sling em casa
também com uma alternativa ao balanço, carrinho e bouncer.
Bebês são beneciados quando são carregados AMAM ser carregados como foi mostrado pela
pesquisa da Paternidade Dedicada. (Attachment Parenting).
Extraído do artigo: “Flat Head Syndrome – How Babywearing Can Help”
Site: http://blog.babesinarms.com.au
Traduzido por Marilia Carolina F. Bittencourt Mercer – Slinguru Slings
Add comment 7 07UTC Novembro 07UTC 2009
Mei tai
O Mei Tai é um carregador baseado nos modelos asiáticos.

Mei Tai
É uma peça de formato quadrado com 2 alças para os ombros e 2 para os quadris. É o mais parecido com o canguru que conhecemos, mas as perninhas e o quadril do bebê, diferentemente do canguru, ficam em posição anatômica.
Pode ser usado com o bebê de frente para quem o carrega, nas costas e também apoiado no quadril.
É melhor aproveitado com bebês que já sentam, mas permite que bebês de 3 meses possam aproveitar se usado com as perninhas para dentro.
Usando o Mei Tai temos a sensação que o peso do bebê é diminuído, mas como todo carregador de bebê devemos usar enquanto estiver confortável para quem carrega.
Agora a Slinguru também oferece essa opção (sob encomenda) para carregar o seu bebê!
Até mais!
Add comment 10 10UTC Outubro 10UTC 2009
Fotos da Caminhada!
Quem tiver mais fotos favor enviar para slinguru@slinguru.com.br
Até mais com mais fotos!
Add comment 27 27UTC Setembro 27UTC 2009
Semana Internacional do Babywearing!
Entrevista sobre a caminhada para a Rádio Alvorada de Londrina:
A BWB | Babywearing Brasil está promovendo uma Caminhada Nacional de Incentivo ao uso do Sling. A ação acontecerá no dia 26 de Setembro, durante a Semana Internacional de Babywearing. Eventos especiais estão sendo programados para algumas cidades. Se na sua cidade não há programação, faça você mesma! Reúna suas amigas, com seus slings e seus bebês, para uma gostosa caminhada num parque, bosque, shopping, etc, fotografe o encontro e envie para BWB. Todos que usam sling já sabem muito bem os benefícios que ele oferece, então, vamos lá contagiar novos adeptos!
Nós faremos uma caminhada aqui em Londrina!
Que dia? 26/09/2009
Onde? Lago Igapó I em frente ao Foto Clube|Escola de Dança.
Que horas? A partir das 16:00
Sairemos do Foto Clube e iremos até o Zerão.
Tragam seus slings e seus bebês! Tiraremos dúvidas sobre posições, formas de usar e sobre tipos de carregadores de bebês.
Te espero lá!
Até mais!
1 comment 14 14UTC Setembro 14UTC 2009
Novidades!
Agora estamos trabalhando com argolas em alumínio, especialmente desenvolvidas para fabricação de slings e testadas para esse fim.
Cada argola suporta 100 kg em tração.

Acabamento Brilhante ou Fosco
Elas podem ter o acabamento brilhante ou fosco, são atóxicas, leves e sem emendas, pois são fundidas.
Antes usávamos as argolas em inox como opção para quem gostaria de um sling com argolas metálicas. Elas são igualmente lindas e seguras porém, encareciam o sling em pelo menos 10 reais e são pouca coisa mais pesadas. Agora todos os nossos slings tem um padrão de preço que varia somente pelo tecido da faixa (se é liso ou estampado) e se possui ou não bolso . Conseguimos baixar o preço sem perder a qualidade!
Até mais!
Add comment 4 04UTC Setembro 04UTC 2009
Teoria da Extero-gestação
Faz muito tempo que eu queria postar um texto sobre a extero-gestação, mas comecei a elaborar ele e acabei deixando de lado. Hoje por causa do twitter acabei reencontrando o texto da Flávia Mandic que é simplesmente perfeito, vai ele na íntegra como foi encontrado no Grupo Soluções Para Noites Sem Choro.
Teoria da Extero-gestação
Os bebês humanos estão entre os mais indefesos de todos os mamíferos. Por causa do maior tamanho do cérebro e do fato de que o tecido nervoso necessita de mais calorias para se manter que qualquer outro, grande parte do alimento ingerido é gasto em prover nutrição e calor para as células nervosas. Mais significante é o fato de que nossos bebês necessitam nascer mais cedo do que deveriam, com seus cérebros ainda não totalmente desenvolvidos. Se o bebê humano nascesse já com o sistema nervoso central amadurecido, sua cabeça não passaria pela pelve estreita da mãe no momento do parto. Ao contrário de outros mamíferos, como girafas e cavalos, o recém-nascido humano é incapaz de andar por um longo período após o nascimento, porque lhe falta o aparato neurológico maduro para tanto. O custo primal de ter um cérebro grande é que nossos filhotes nascem extremamente dependentes e em necessidade constante de cuidado.
O crescimento do nosso cérebro após o nascimento é mais rápido do que o de qualquer outro mamífero e segue neste ritmo por 12 meses.
A seleção natural demanda que pais humanos cuidem de seus filhos por um longo período e que os filhos dependam dos pais. Esta necessidade mútua traduz-se em um estado emocional chamado “apego”.
Em algumas culturas, como na tribo !Kung, bebês raramente choram por longos períodos e não há sequer uma palavra que signifique “cólica”. As mães carregam os bebês junto ao corpo, com um aparato semelhante a um “sling”, mesmo quando saem para a colheita. A relação mãe-bebê é considerada sacrossanta, eles permanecem juntos o tempo todo. O bebê tem livre acesso ao seio materno e vê o mundo do mesmo ponto de observação que sua mãe.
Nossa cultura ocidental não permite um estilo de vida idêntico ao de tribos primitivas, mas podemos tirar lições valiosas sobre como ajudar nossos bebês na adaptação à vida extra-uterina.
Nos primeiros 3 meses de vida, o bebê humano é tão imaturo que seria benéfico a ele voltar ao útero sempre que a vida aqui fora estivesse difícil.
É preciso compreender o que o bebê tinha à sua disposição antes do nascimento, para saber como reproduzir as condições intrauterinas. O bebê no útero fica apertadinho, na posição fetal, envolvido por uma parede uterina morninha, sendo balançado para frente e para trás a maior parte do tempo. Ele também estava ouvindo constantemente um barulho “shhhh shhhh”, mais alto que o de um aspirador de pó (o coração e os intestinos da mãe).
A reprodução das condições do ambiente uterino leva a uma resposta neurológica profunda “o reflexo calmante”. Quando aplicados corretamente, os sons e sensações do útero têm um efeito tão poderoso que podem relaxar um bebê no meio de uma crise de choro.
Os 5 métodos para acalmar um bebê até 3 meses de idade são extremamente eficazes SOMENTE quando executados corretamente. Sem a técnica correta e o vigor necessário, não adiantam em nada.
1. Pacotinho ou casulo (embrulhar o bebê apertadinho)
A pele é o maior órgão do corpo humano e o toque é o mais calmante dos cinco sentidos. Embrulhadinho, o bebê recebe um carinho suave. Bebês alimentados, mas nunca tocados, freqüentemente adoecem e morrem. Estar embrulhadinho não é tão bom quanto estar no colo da mãe, mas é um ótimo substituto para quando a mãe não está por perto.
Bebês podem ser embrulhados assim que nascem. Apertadinhos, de forma que não mexam os braços. Eles se sentem confortáveis, “de volta ao útero”. Bebês mais agitados precisam mais de ser embrulhados, outros são tão calmos que não precisam.
Se o bebê tem dificuldade para pegar no sono, pode ser embrulhado apertadinho, não é seguro colocar um bebê para dormir com um cueiro solto. Não permita que o cueiro encoste no rosto do bebê. Se estiver encostando, o bebê vai virar o rosto procurando o peito, ao invés de relaxar.
Todos os bebês precisam de tempo para espreguiçar, tomar banho, ganhar uma massagem. 12-20 horas por dia embrulhadinho não é muito para um bebê que passava 24 horas por dia apertadinho no útero. Depois de 1 ou 2 meses, você pode reduzir o tempo, principalmente com bebês tranqüilos e calmos.
2. Posição de Lado
Quanto mais nervoso seu bebê estiver, pior ele fica quando colocado sobre as costas. Antes de nascer, seu bebê nunca ficou deitado de costas. Ele passava a maior parte do tempo na posição fetal: cabeça para baixo, coluna encolhida, joelhos contra a barriga. Até adultos, quando em perigo, inconscientemente escolhem esta posição.
Segurar o bebê de lado ou com a barriga tocando os braços do adulto ajuda a acalmá-lo (a cabeça fica na mão do adulto, o bumbum encostado na dobra do cotovelo do adulto, com braços e pernas livres, pendurados). Carregar o bebê num sling, com a coluna curvada, encolhidinho e virado de lado, tem o mesmo efeito. Atualmente especialistas são unânimes em dizer que bebês NÃO DEVEM SER POSTOS PARA DORMIR DE BRUÇOS, pelo risco de morte súbita.
O bebê não sente falta de ficar de cabeça para baixo, como no útero, porque na verdade o útero é cheio de fluido e o bebê flutua, como se não tivesse peso algum. Do lado de fora, sem poder flutuar, virado de cabeça para baixo, a pressão do sangue na cabeça é desconfortável.
3. Shhhh Shhhh – O som favorito do bebê
O som “shhh shhh” é parte de quem somos, tanto que até adultos acham o som das ondas do mar relaxante. Para bebês novinhos, “shhh” é o som do silêncio. Ele estava acostumado a ouvir tal som 24 horas por dia, tão alto quanto um aspirador de pó. Imagine o choque de um bebê acostumado a tal som o tempo todo chegando a um mundo onde as pessoas cochicham e caminham na ponta dos pés, tentando fazer silêncio!
Coloque sua boca 10-20 cm de distância dos ouvidos do bebê e faça “shhh”, “shhh”. Aumente o volume do “shh” até ficar tão alto quanto o choro do bebê. Pode parecer rude tentar “calar” um bebê choroso fazendo “shh”, mas para o bebê, é o som do que lhe é familiar.
Na primeira vez fazendo “shhh”, seu bebê deve calar após uns 2 minutos. Com a prática, você será capaz de acalmar o bebê em poucos segundos. É ótimo ensinar isso aos irmãos mais velhos, que adorarão poder ajudar e acalmar o bebê.
Para substituir o “shhh”, pode-se ligar:
- secador de cabelos ou aspirador de pó
- som de ventilador ou exaustor
- som de água corrente
- um CD com som de ondas do mar
- um brinquedo que tenha sons de batimentos cardíacos
- rádio fora de estação ou babá eletrônica fora de sintonia
- secadora de roupas ligada com uma bola de tênis dentro
- máquina de lavar louças
O barulho do carro ligado também acalma a criança.
4. Balanço
“A vida era tão rica no útero. Rica em sons e barulhos. Mas a maior parte era movimento. Movimento contínuo. Quando a mãe senta, levanta, caminha e vira o corpo – movimento, movimento, movimento.” (Frederick Leboyer, Loving Hands)
Quando pensamos nos 5 sentidos – visão, audição, tato, paladar e olfato – geralmente esquecemos o sexto sentido. Não é intuição, mas a sensação de movimento no espaço.
Movimento rítmico ou balanço é uma forma poderosa de acalmar bebês (e adultos). Isso porque o balanço imita o movimento que o bebê sentia no útero materno e ativa as sensações de “movimento” dentro dos ouvidos, que por sua vez ativam o reflexo de acalmar.
Como balançar ?
1. Carregando o bebê num “sling” ou canguru;
2. Dançando (movimentos de cima para baixo);
3. Colocando o bebê num balanço;
4. Dando tapinhas rítmicos no bumbum ou nas costas;
5. Colocando o bebê na rede;
6. Balançando numa cadeira de balanço;
7. Passeando de carro;
8. Colocando o bebê em cadeirinhas vibratórias (próprias para isso);
9. Sentando com o bebê numa bola inflável de ginástica e balançando de cima para baixo com ele no colo;
10. Caminhando bem rapidamente com o bebê no colo.
Quando balançar o bebê, seus movimentos devem rápidos mas curtos. A cabeça do bebê não fica sacudindo freneticamente. A cabeça move no máximo 2-5 cm de um lado para o outro. A cabeça está sempre alinhada com o corpo e não há perigo de o corpo mover-se numa direção e cabeça abruptamente ir na direção oposta.
5. Sucção
No útero, o bebê está apertadinho, com as mãos sempre próximas ao rosto, sugando os dedos com freqüência. Quando nasce, não mais consegue levar as mãos à boca. A sucção não-nutritiva é outra forma de acalmar o bebê. A amamentação em livre demanda não é recomendada somente para garantir a nutrição do bebê e a produção de leite da mãe, mas também para suprir a necessidade de sucção não-nutritiva. Alguns especialistas orientam às mães a darem chupetas para isso, mas ainda que a chupeta seja oferecida ao bebê, não deve ser introduzida nas 6 primeiras semanas de vida, quando a amamentação ainda está sendo estabelecida. Há sempre o risco de haver confusão de bicos e o bebê sugar o seio incorretamente.
É importante lembrar que o bebê nunca chora à toa. O choro nos primeiros meses de vida é a única forma de comunicar que algo está errado. Ainda que ele esteja limpo e bem alimentado, muitas vezes chora por necessidade de aconchego e calor humano. Por isso, falar que bebê novinho (recém nascido até 3 meses ou mais) faz manha (no sentido de chorar para manipular “negativamente” os pais) não tem sentido, bebês novinhos simplesmente não tem maturidade neurológica para tanto.
Bibliografia:
The Happiest Baby on the Block, Dr. Harvey Karp, Bantam Dell, 2002. New York.
Our Babies, Ourselves: How Biology and Culture Shape the Way We Parent, Meredith F. Small, Anchor Books, 1998. New York.
Texto organizado por Flavia O. Mandic
Até mais!
Add comment 7 07UTC Agosto 07UTC 2009
De olho na segurança
Nosso blog tem uma ferramenta (como muitos outros blogs) que nos possibilita ver quais os termos que as pessoas usaram para chegar até o nosso site.
Muita gente chega aqui pesquisando sobre molde de sling ou como confeccionar um sling. Mas infelizmente por motivos comerciais acabam não encontrando aqui o que vieram buscar
.
A minha preocupação é com a segurança. Se você vai fazer o seu sling, por favor, faça ele com argolas seguras e com costuras adequadas. E vale ressaltar que confeccionar sling para vender não deve ser nem de longe somente uma preocupação financeira. A pessoa deve saber como usar, como resolver problemas de uso incorreto e muito mais importante, ter a filosofia do Babywearing bem desenvolvida em si.
O sling não é nenhum milagre. É uma ferramenta que pode vir te ajudar e muito a ficar mais próximo do seu bebê e desenvolver um vínculo mais forte com ele. Mas se for feito e utilizado da maneira correta.
Eu e mais algumas fabricantes de sling estamos desenvolvendo um blog sobre sling seguro: http://slingseguro.wordpress.com .
Se você está em dúvida sobre que argola comprar, ou não comprar rs, acesse o blog do Sling Seguro e veja os absurdos que encontramos por aí diariamente, fruto da desinformação e muitas vezes da ganância.
É isso aí! Segurança em primeiro lugar!
Até mais!!!
Add comment 1 01UTC Julho 01UTC 2009
Da série: Celebridades que usam Sling

Se até ele usa, você também deve usar!!!
Até mais!
Add comment 23 23UTC Março 23UTC 2009
Babywearing – Vestindo o seu bebê
Babywearing é o termo em inglês utilizado para descrever a experiência de estar tão pertinho do seu bebê a ponto de vesti-lo.
10 Razões para “vestir” o seu bebê:
1 – Vestir o seu bebê é conveniente.
Usando o seu sling você pode caminhar livremente sem ter que se preocupar se o chão tem degraus ou com o meio-fio ao atravessar a rua. Os carrinhos de passeio são pesados e grandes demais e alguns pais podem não querer levá-los a todo lugar. Além de tudo o bebê não parece muito confortável se movendo na altura dos joelhos dos adultos. O sling pode ainda servir como trocador, manta, protegendo também o bebê dos estímulos sonoros e visuais durante e permite uma amamentação bem discreta. É bem útil nas viagens onde temos que carregar o bebê no colo e precisamos das mãos livres para as malas!
2 – Vestir seu bebê ajuda no desenvolvimento físico dele.
Quando você caminha com seu bebêno sling pertinho do seu corpo ele fica sintonizado com o ritmo da sua respiração, o som das batidas do seu coração e todos os seus movimentos – caminhar, inclinar, alcançar. Esta estimulaçãoajuda a regular as próprias respostas físicas e também o sistema vestibular que controla o equilíbrio. O sling é em sua essência uma “barriga de transição” para o recém-nascido, que tem no controle das funções físicas e dos seus movimentos. Mecanismos artificiais para balançar os bebês não produzem os mesmos benefícios.
3 – Bebês que usam sling são mais felizes.
Estudos têm demonstrado que quanto mais os bebês são carregados, menos agitados eles ficam e menos eles choram. Em algumas culturas indígenas onde o sling (ou babywearing) é comum os bebês choram geralmente alguns minutos por dia – ao contrário dos bebês ocidentais que chegam a chorar horas por dia. Chorar é exaustivo para os pais e para o bebê e pode prejudicar o desenvolvimento mental pois o cérebro do bebê fica sempre inundado por hormônios do stress. Bebês que não gastam sua energia chorando calmamente observam e aprendem mais sobre o seu ambiente. Vestir o seu bebê pode ajudar muito com as cólicas ou os bebês que precisam de mais atenção (high needs). Bebês que não tem cólicas também se beneficiam muito com a segurança e aconchego que o sling oferece.
4 – Vestir o seu bebê é um ótimo exercício para você.
É difícil encontrar algum exercício que uma recém mamãe possa fazer. Carregar o seu bebê juntinho de você na maior parte do dia ou fazer uma caminhada com o seu bebê no sling fará muito bem ao seu corpo. Uma longa caminhada com o sling é muito bom para fazer o bebê dormir.
5 – Crianças maiores apreciam a segurança do sling.
Quando pensamos no sling já imaginamos um bebezinho todo aconchegado, mas ele é muito útil para as crianças maiores (até aproximadamente 20kg). O mundo estpa cheio de perigos para as crianças nessa idade e eles se sentem mais seguros estando dentro do sling quando eles precisam. Crianças são predispostas a serem superestimuladas e caminhar no sling conforta e faz com que se acalmem antes que aconteça uma crise. Também é muito prático em lugares como zoológicos, parques, aquários onde uma criança num carrinho não consegue ver muita coisa.
6 – O sling ajuda a comunicação entre você e seu bebê.
Quanto mais seguro você se sentir como pai ou mãe, mais você pode relaxar e curtir sua criança. E a maioria dos que se sentem seguros como pais são capazem de discernir os sinais que o bebê dá com sucesso. Quando seu bebê está perto de você nos sling, você se torna mais sensível às suas expressões e seus gestos. Muitos pais que usam “vestir” seus bebês dizem que não conseguem distinguir os tipos de choro do seu bebê (mesmo que os livros sobre cuidar de bebês digam que eles deveriam) – porque seus bebês são capazes de se comunicar efetivamente sem chorar! Cada vez que seu bebê consegue comunicar que está com fome, entediado, ou com a fralda suja sem chorar a confiança dele em você aumenta e sua segurança como pai/mãe é reforçada. É um ciclo de interações que constói laços de afeto múto e torna a vida mais aproveitável para todos.
7 – O sling é uma ferramenta para pais, avós, avôs e outros cuidadores.
Ele é muito útil na vida de todos que cercam os cuidados com o bebê. Estar no sling proporciona ao bebê acostumar com a voz, batimentos cardíacos e movimentos de quem o cuida e fortalece o relacionamento entre os dois. Os pais não têm a mesma ligação automática que as mães têm na gestação. Mas isso não significa que eles não possam estabelecer isso depois que o bebê nasceu. O mesmo com babás, avós e avôs, e todos que têm contato com o bebê. “Slingar” com o bebê é um ótimo meio de você inteiragir com o bebê na sua vida e ele te conhecer melhor.
8 – O sling é um lugar seguro para o bebê ficar.
Ao invés de ficar passando perto dos escapamentos de carros dentro de um carrinho num estacionamento por exemplo, o bebê estaria muito mais seguro perto do seu corpo. O sling também porporciona mais segurança emocional e a criança poderá experimentar o mundo com mais segurança e no seu próprio ritmo. Também dificulta as pessoas que ficam pegando o bebê e manipulando em horas impróprias.
9 – O sling é econômico
Ao contrário dos carrinhos e cangurus convencionais, o sling é muito mais barato. Provavelmente depois de começar a usar o seu você verá que ele é muito mais útil e econômico. Ele pode ser ‘passado para frente’ por pais que não precisam mais ou comprados novos. Nada mal pra algo que você vai usar diariamente por alguns anos!
10 – É divertido “vestir” seu bebê.
Quem não gosta de carregar um bebê cheirosinho fofinho e sorridente? Quando seu bebê é maiorzinho fica muito mais fácil conversar e interagir com ele e perceber as reações dele com as novas descobertas. Também é mais divertido para ele pois está no nível dos olhos dos adultos. Sua criança se sente mais parte da sua vida e você se encantará cada dia mais com a pessoa especial que ela é.
Extraído do site http://www.wearsthebaby.com tradução: Marilia Mercer
Add comment 17 17UTC Agosto 17UTC 2008



































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