Para participar, copie e cole o texto abaixo (ou faça o seu texto) e o selinho também no seu blog!
“Queridas mães, mulheres, amigas e leitoras do Blog.
Numa lista de discussão super crítica e do bem surgiu uma preocupação muito grande sobre a grande “onda” de fabricação aleatória de carregadores ou babywearing ou os famosos slings…
Algumas mães que estão atentas e que utilizam os carregadores há bastante tempo, têm se espantado com a péssima qualidade do tecido e das argolas comercializadas por aí…
O preço geralmente muito abaixo e o risco altissímo.
Um carregador mal feito pode colocar a vida do bebê em risco.
Devemos ficar muito atentas à qualidade do tecido, das argolas e especialmente ao fabricante!
Não compre gato por lebre! Pesquise muito antes de comprar seu sling e nesse quesito não economize.
O carregador adequado pode ser utilizado por muito tempo e vale cada centavo do investimento!
Informações IMPORTANTES aqui: SLING SEGURO
Por isso, mamães fiquem espertas e de olho aberto!
Peçam orientação, pesquisem, questionem o material e o modo correto de usufruir dos imensos benefícios do carregador!
Quem quiser aderir à blogagem, pode copiar o selinho e espalhar este alerta!
Diga não aos slings fakes!!! Vamos espalhar informação de qualidade!”
Obrigada Pérola por ter linkado o blog do Sling Seguro!
O Mei Tai é um carregador baseado nos modelos asiáticos.
Mei Tai
É uma peça de formato quadrado com 2 alças para os ombros e 2 para os quadris. É o mais parecido com o canguru que conhecemos, mas as perninhas e o quadril do bebê, diferentemente do canguru, ficam em posição anatômica.
Pode ser usado com o bebê de frente para quem o carrega, nas costas e também apoiado no quadril.
É melhor aproveitado com bebês que já sentam, mas permite que bebês de 3 meses possam aproveitar se usado com as perninhas para dentro.
Usando o Mei Tai temos a sensação que o peso do bebê é diminuído, mas como todo carregador de bebê devemos usar enquanto estiver confortável para quem carrega.
Agora a Slinguru também oferece essa opção (sob encomenda) para carregar o seu bebê!
A BWB | Babywearing Brasil está promovendo uma Caminhada Nacional de Incentivo ao uso do Sling. A ação acontecerá no dia 26 de Setembro, durante a Semana Internacional de Babywearing. Eventos especiais estão sendo programados para algumas cidades. Se na sua cidade não há programação, faça você mesma! Reúna suas amigas, com seus slings e seus bebês, para uma gostosa caminhada num parque, bosque, shopping, etc, fotografe o encontro e envie para BWB. Todos que usam sling já sabem muito bem os benefícios que ele oferece, então, vamos lá contagiar novos adeptos!
Nós faremos uma caminhada aqui em Londrina!
Que dia? 26/09/2009
Onde? Lago Igapó I em frente ao Foto Clube|Escola de Dança.
Que horas? A partir das 16:00
Sairemos do Foto Clube e iremos até o Zerão.
Tragam seus slings e seus bebês! Tiraremos dúvidas sobre posições, formas de usar e sobre tipos de carregadores de bebês.
Agora estamos trabalhando com argolas em alumínio, especialmente desenvolvidas para fabricação de slings e testadas para esse fim.
Cada argola suporta 100 kg em tração.
Acabamento Brilhante ou Fosco
Elas podem ter o acabamento brilhante ou fosco, são atóxicas, leves e sem emendas, pois são fundidas.
Antes usávamos as argolas em inox como opção para quem gostaria de um sling com argolas metálicas. Elas são igualmente lindas e seguras porém, encareciam o sling em pelo menos 10 reais e são pouca coisa mais pesadas. Agora todos os nossos slings tem um padrão de preço que varia somente pelo tecido da faixa (se é liso ou estampado) e se possui ou não bolso . Conseguimos baixar o preço sem perder a qualidade!
Temos o prazer de anunciar nossa parceria com o espaço OM SHANTI Yogashala e com o Gesta Londrina! Participem e concorram a um sling e babadores da Slinguru.
Pensei e repensei se colocaria aqui a reportagem da Folha de Londrina, e resolvi colocar, os slings são extensão da minha vida de mãe, e foi por causa da minha maneira de cuidar dos meus filhos que cheguei até elese resolvi confeccionar.
Meu filho estava assistindo hoje, e saiu correndo falando:
Mãe! Vem ver mãe, sling, sling!!! Haha!
E não é que o namorado a Kim tem uma irmã mais nova que ele volta e meia tem que cuidar, e olha só a solução que ele arranjou!
Obs: desenho em inglês.
Divirtam-se! Nesse episódio ele salta de paraquedas com a bebê, lógico que isso NÃO é recomendado, mas acho show a iniciativa dos desenhistas em difundir a prática do babywearing com os pequenos.
Muita gente me pergunta a diferença, aproveitando que uma colega traduziu um texto muito esclarecedor resolvi postar ele aqui para que não se tenha mais dúvidas das diferenças entre um e outro:
Comparação entre cangurus convencionais e carregadores de bebê ergonômicos..
Atualmente muitas marcas conhecidas de puericultura oferecem ao público carregadores de bebês como mochilas (também conhecido no Brasil como canguru) de “nova geração” (BabyBjörn, Chicco, Bebé Confort, Jané, Graco..). As principais diferenças entre estes e os carregadores de bebê tadicionais e ergonômicos descritos nestas páginas são as posturas adotadas pelo bebê neles. Se observarmos um bebê em uma destas mochilas (cangurus), podemos constatar que a postura da cadeira (onde o bebeê senta) não é correta. Habitualmente observamos que as pernas do bebê ficam penduradas em relação ao resto do corpo, e não dobradas no estilo “rã” (postura que favorece o desenvolvimento das articulações dos quadris). Com as perninhas penduradas, o peso do bebê é fica apoiado diretamente na zona genital ao invés do seu bumbum, e sua coluna adquire uma postura não-fisiológica.
A postura de “rã” consiste em levar o bebê no colo com as pernas abertas em cerca de 45° em relação ao eixo corporal (abertura total entre as pernas de 90°), e o quadril flexionado de maneira que os joelhos fiquem à uma altura ligeiramente superior ao bumbum. Isso permite que a cabeça do fêmur fique perfeitamente encaixada dentro da articulação do quadril e é a posição fisiologicamente correta, é uma postura ótima, e previne problemas posteriores desta articulação. Esta técnica de encaixamento ajuda a resolver casos de displasia de quadril leves.
Uma boa maneira de saber se um bebê está bem colocado (ou está em um bom carregador de bebê) é se os pés são vistos pelo outro lado.. na posição frontal (barriga-barriga) se vê por trás e no quadril vê-se pelo lado oposto.
Existem também slings “de nova geração” que podemos encontrar facilmente no mercado, nos quais se pode colocar o bebê em posição sentado, como os slings de argolas (ring slings) ou o pouch sling. Nestes slings consegue-se uma posição correta para o bebê, porém se o ajuste não for correto o bebê pode ficar muito baixo, podendo causar incômodo e dores para quem carrega.
Além disso, nas fotografias promocionais destas mochilas mais comerciais sempre aparecem os bebês olhando para a frente. Esta postura é totalmente contra-indicada. Esta posição obriga o bebê a curvar a coluna na posição contrária à fisiológica, ficando mais ereta, e o deixa exposto à uma infinidade de estímulos diretos, sem possibilidade de proteção, uma vez que não pode se virar. Outro fato é o incômodo para quem está carregando, já que o bebê tende a posicionar sua coluna e separar seu corpo de quem o leva e altera o centro de gravidade do mesmo, obrigando-lhe a modificar sua postura correta com consequentes problemas nos ombros e coluna e sobrecarga do assoalho pélvico.
A únicas vantagem que encontramos neste tipo de carregadores mais convencioais é a facilidade de encontrar em qualquer loja de puericultura. As lojas especializadas em produtos para bebês têm buscado responder a uma demanda do mercado, mas em nossa opinião, sem observar muito os aspectos mais importantes (ergonomia para o bebê e quem o carrega). Por outro lado, estas mochilas e slings geralmente podem ser usados por pouco tempo, já que logo se tornam incômodas para quem as usa. Em resumo, pode-se dizer que apesar de apresentar modernos e atrativos designs, ainda lhes faltam muitos aspectos para melhorar, que os carregadores tradicionais já traziam “de série”.
Sobre a Red Canguro:
A Red Canguro, Associação Espanhola para o Incentivo ao Uso dos Carregadores de Bebê, é uma associação sem fins lucrativos, fundada em novembro de 2008, com a finalidade de incentivar o uso de carregadores de bebê entre mães, pais, e qualquer pessoa interessada, difundir informação relacionada, servir como contato e apoio para pessoas que desejam iniciar no mundo dos carregadores de bebê, incentivar o encontro e intercâmbio de informações e experiências entre usuários, aumentar o nível de conhecimento sobre carregar bebês em espanhol e incentivar e difundir a criança com afeição. Para maiores informações sobre o tema visite: www.redcanguro.org
Complementando
…com uma notícia que está em alta: e o sling da Cláudia Leitte???
Carregador de bebê estruturado
Bem, o sling da Cláudia Leitte, embora seja um carregador de tecido é estruturado, ele tem uma base no fundo e isto faz com que ele não seja ergonômico para o bebê.
Sua “base” impede que o tecido se molde à coluna do bebê e ocasiona num mal posicionamento da cabeça com relação ao pescoço.. isso prejudica a respiração. Além disso geralmente não permite um ajuste de altura bom, costuma ficar muito baixo forçando a coluna de quem o carrega. Pra deixar claro: SLING é todo carregador de pano, não-estruturado e ERGONÔMICO.
Precisa atender estes 3 requisitos para ser um sling!
Tradução: Andreza Espi. (Dida – Mania de Sling)
Fonte: Red Canguro
Queridos, saiu uma reportagem na veja sobre vários produtos para bebês com apelo ecológico. Até aí tudo bem, muito legal o sling estar entre eles, só que o que a Cláudia Leite estava usando, não é um sling! E pra completar me pareceu que a fonte de onde eles tiraram informações sobre o sling não entendia nada de carregadores de bebê e muito menos de ter que carregar o bebê. Fica aqui o meu aviso: Muitas reportagens por aí sobre sling são totalmente descabidas porque os repórteres não vão pesquisar no lugar certo e saem falando o que eles “acham” que seja certo.
Tá, não é só ela. As revistas, os jornais, os programas de televisão adoram falar sobre o que não sabem e colocar opiniões de especialistas que simplesmente desconhecem o assunto.
Hoje saiu uma reportagem no “Guia Veja” com o título de Eco bebês.
Fala de roupas orgânicas, tummy tub, mamadeira sem bisfenolA, fraldas de pano, umas bobajadas de capacete e walkie talkie (venho falar desse depois, ou no blog pessoal, não decidi ainda) e… adivinha?
O assunto da moda, o sling, não podia ficar de fora né?
Explica o que é, fala da vantagem de ter o bebê em contato e diz que “ele teria ainda um efeito calmante sobre os bebês mais chorões”.
E transcrevendo:
O que diz quem usa: É prático e confortável nos primeiros meses do bebê. Quando ele fica maiorzinho, por volta dos 10 meses, é preferível usar o canguru, que deixa braços e pernas livres.
O que dizem os especialistas: a partir de 1 ano de idade, a criança fica mais inquieta e existe o risco de queda. O sling não deve ser usado por longos períodos – o máximo recomendável é uma hora por dia. Mais do que isso aumenta o risco de lesões na coluna da mãe.
E ainda ilustra com uma foto da Claudia Leitte carregando o bebê num carregador que não éexatamente um sling. É uma espécie de bolsa que não é fresquinha, não molda com perfeição o corpinho do bebê e ainda dificulta o fluxo de ar que o bebê respira (vou traduzir um estudo que existe sobre esse carregador e posto aqui).
O que eu digo:
1 – Em nenhum momento o canguru é melhor que o sling. Obviamente eles não sabem do que estão falando. Está bem claro que não sabem da diversidade de posições que o sling permite.
2 – Especialistas em que mesmo? Se o sling for utilizado corretamente (e produzido com materiais adequados) não existe o risco de queda.
3 – Bebês precisam ser carregados durante muito mais do que uma hora por dia. Principalmente os mais novinhos. E para carregá-los, é muito mais prático, confortável, seguro e ergonômico carregar no sling.
Que loucura! Parece que existe um complô de alguns jornalistas contra o sling. Mas é apenas o medo do desconhecido que faz com que falem essas bobagens. Uma pena… pois ao meu ver, quando um jornalista publica algo deve ter certeza do que esta falando, pra não reforçar conceitos errados que existem por aí.