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Sindrome da Cabeça Achatada – Como o Babywaering pode ajudar

A Síndrome da Cabeça Achatada ou “Plagiocefalia” signica literalmente “cabeça oblíqua” (do grego Plagio = oblicuo e cefala= cabeça). A condição não é incomum. Muitos estudos associam o recente aumento de casos de bebês com cabeça oblíqua à “campanha dormir de barriga para cima”.

Desde que mais bebês começaram a dormir de barriga para cima, aumentaram os casos de bebês com algum achatamento na parte de trás da cabeça.

Ela pode ser mais acentuada do lado da cabeça que a criança prefere dormir.

A Síndrome da Cabeça Achatada resulta da preferência que o bebê tem em ficar deitado com a cabeça virada para um dos lados.

Antes de 1992 os fatores de risco associados à plagiocefalia eram considerados como resultado do ambiente uterino e do torcicolo congênito.
Em 1992, depois que a American Academy of Pediatrics recomentou que bebêsdevem dormir somente de barriga para cima para reduzir aincidência de morte súbita, os centros craniofaciais (clínicas e hospitais) começaram a ver um aumento da Plagiocefalia. Em 1996, estudos documentaram a relação entre plagiocefalia e dormir de barriga para cima. A AAP agora recomenda a frequente rotação da cabeça do bebê bom como atividades com o bebê de bruços.

O aumento de casos de bebês com plagiocefalia é um pequeno preço a pagar pela redução de 55% da Sindrome Infantil da Morte Súbita desde 1992, quando a AAP começou a recomendar que os bebês dormissem de barriga para cima. A campanha “Dormir de barriga para cima” tem o crédito de ter salvado milhares de bebês saudáveis de uma morte repentina e inexplicada.

Também pode se notar que recentemente o uso de cadeiras para automóveis carrinhos, balanços para bebês e “bouncers” contribuem para a Plagiocefalia. Nesses dispositivos a cabeça do bebê está sempre contra uma superfície inflexível. Quando usados moderadamente não são uma preocupação, mas o
uso prolongado, especialmente deixar o bebê dormir neles aumenta a  indidência de Plagiocefalia.

Formações externas/posturais podem ser prevenidas e tratadas com o  frequente reposicionamento da cabeça do recém nascido das seguintes maneiras:

  • Alterne a direção na qual o seu bebê é posicionado no berço. Alterne o quadril ou o braço que você geralmente carrega e ou alimenta o bebê.
  • Troque a posição dos briquedos no berço, carrinho ou cadeira do automóvel.
  • Faça atividades com o bebê de bruços enquanto ele estiver acordado, isso pe importante e deve ser parte da rotina diária do seu bebê.
  • Mude o estímulo visual para que o bebê não que sempre olhando para uma só direção quando acordado e faça o bebê brincar de bruços sempre que não estiver dormindo.

Outras técnicas de reposicionamento:

por KevinM. Kelly, Ph.D – extreaído de:  www.plagiocephaly.org/support/repotech.htm

Reduza dramaticamente a quantidade de tempo que o bebê ca de barriga para cima. Isso signica cortar o tempo na cadeirinha do carro, balanço boucer etc. ao mínimo. Todos sabemos como a vida pode ser atarefada, e obviamente eles precisam ser usados eventualmente, mas usando-os
o mínimo possível ajuda. As cadeiras para automóveis (bebês conforto) deveriam ser usadas somente para transportar seu filho com segurança, e bebês não devem ser deixados neles para dormir.

Tente usar um sling (carregador de bebê) quando sair invés do bebê conforto. Use o sling em casa também, com uma alternativa ao balanço, carrinho e bouncer.
Bebês são beneficiados quando são carregados e AMAM ser carregados como foi mostrado pela pesquisa sobre a Paternidade Dedicada. (Attachment Parenting).

Extraído do artigo: “Flat Head Syndrome – How Babywearing Can Help”
Site: http://blog.babesinarms.com.au
Traduzido por Marilia Carolina F. Bittencourt Mercer – Slinguru Slings

A Síndrome da Cabeça Achatada ou “Plagiocefalia” signica literalmente “cabeça oblíqua” (do grego
Plagio = oblicuo e cefala= cabeça). A condição não é incomum. Muitos estudos associam o recente
aumento de casos de bebês com cabeça oblíqua à “campanha dormir de barriga para cima”.
Desde que mais bebês começaram a dormir de barriga para cima, aumentaram os casos de bebês
com algum achatamento na parte de trás da cabeça.
Ela pode ser mais acentuada do lado da cabeça que a criança prefere dormir.
A Síndrome da Cabeça Achatada resulta da preferência que o bebê tem em car deitado com a
cabeça virada para um dos lados.
Antes de 1992 os fatores de risco associados à plagiocefalia eram considerados como resultado do
ambiente uterino e do torcicolo congênito.
Em 1992, depois que a American Academy of Pediatrics recomentou que bebêsdevem dormir
somente de barriga para cima para reduzir aincidência de morte súbita, os centros craniofaciais
(clínicas e hospitais) começaram a ver um aumento da Plagiocefalia. Em 1996, estudos documentaram
a relação entre plagiocefalia e dormir de barriga para cima. A AAP agora recomenda a frequente
rotação da cabeça do bebê bom como atividades com o bebê de bruços.
O aumento de casos de bebês com plagiocefalia é um pequeno preço a pagar pela redução de 55%
da Sindrome Infantil da Morte Súbita desde 1992, quando a AAP começou a recomendar que os bebês
dormissem de barriga para cima. A campanha “Dormir de barriga para cima” tem o crédito de ter salvo
milhares de bebês saudáveis de uma morte repentina e inexplicada.
Também pode se notar que recentemente o uso de cadeiras para automóveis carrinhos, balanços para
bebês e “bouncers” contribuem para a Plagiocefalia. Nesses dispositivos a cabeça do bebê está sempre
contra uma superfície inexível. Quando usados moderadamente não são uma preocupação, mas o
uso prolongado, especialmente deixar o bebê dormir neles aumenta a indidência de Plagiocefalia.
Formações externas/Posturais podem ser prevenidas e tratadas com o frequente
reposicionamento da cabeça do recém nascido das seguintes maneiras:
* Alterne a direção na qual o seu bebê é posicionado no berço. Alterne o quadril ou o braço que você
geralmente carrega e ou alimenta o bebê.
* Troque a posição dos briquedos no berço, carrinho ou cadeira do automóvel.
* Faça atividades com o bebê de bruços enquanto ele estiver acordado, isso pe importante e deve ser
parte da rotina diária do seu bebê.
*Mude o estímulo visual para que o bebê não que sempre olhando para uma só direção quando
acordado e faça o bebê brincar de bruços sempre que não estiver dormindo.
Outras técnicas de reposicionamento:
por KevinM. Kelly, Ph.D – extreaído de: excerpt from www.plagiocephaly.org/support/repotech.htm
Reduza dramaticamente a quantidade de tempo que o bebê ca de barriga para cima. isso
signica cortar o tempo na cadeirinha do carro, balanço boucer etc. ao mínimo. Todos sabemos
como a vida pode ser atarefada, e obviamente eles precisam ser usados eventualmente, as usando-os
o mínimo possível ajuda. As cadeiras para automóveis (bebês conforto) deveriam ser usadas somente
para transportar seu lho com segurança e bebês não devem ser deixados neles para dormir.
Tente usar um sling (carregador de bebê) quando sair invés do bebê conforto. Use o sling em casa
também com uma alternativa ao balanço, carrinho e bouncer.
Bebês são beneciados quando são carregados AMAM ser carregados como foi mostrado pela
pesquisa da Paternidade Dedicada. (Attachment Parenting).
Extraído do artigo: “Flat Head Syndrome – How Babywearing Can Help”
Site: http://blog.babesinarms.com.au
Traduzido por Marilia Carolina F. Bittencourt Mercer – Slinguru Slings

Add comment 7 07UTC Novembro 07UTC 2009

Teoria da Extero-gestação

Faz muito tempo que eu queria postar um texto sobre a extero-gestação, mas comecei a elaborar ele e acabei deixando de lado. Hoje por causa do twitter acabei reencontrando o texto da Flávia Mandic que é simplesmente perfeito, vai ele na íntegra como foi encontrado no Grupo Soluções Para Noites Sem Choro.

Teoria da Extero-gestação

Os bebês humanos estão entre os mais indefesos de todos os mamíferos. Por causa do maior tamanho do cérebro e do fato de que o tecido nervoso necessita de mais calorias para se manter que qualquer outro, grande parte do alimento ingerido é gasto em prover nutrição e calor para as células nervosas. Mais significante é o fato de que nossos bebês necessitam nascer mais cedo do que deveriam, com seus cérebros ainda não totalmente desenvolvidos. Se o bebê humano nascesse já com o sistema nervoso central amadurecido, sua cabeça não passaria pela pelve estreita da mãe no momento do parto. Ao contrário de outros mamíferos, como girafas e cavalos, o recém-nascido humano é incapaz de andar por um longo período após o nascimento, porque lhe falta o aparato neurológico maduro para tanto. O custo primal de ter um cérebro grande é que nossos filhotes nascem extremamente dependentes e em necessidade constante de cuidado.

O crescimento do nosso cérebro após o nascimento é mais rápido do que o de qualquer outro mamífero e segue neste ritmo por 12 meses.

A seleção natural demanda que pais humanos cuidem de seus filhos por um longo período e que os filhos dependam dos pais. Esta necessidade mútua traduz-se em um estado emocional chamado “apego”.

Em algumas culturas, como na tribo !Kung, bebês raramente choram por longos períodos e não há sequer uma palavra que signifique “cólica”. As mães carregam os bebês junto ao corpo, com um aparato semelhante a um “sling”, mesmo quando saem para a colheita. A relação mãe-bebê é considerada sacrossanta, eles permanecem juntos o tempo todo. O bebê tem livre acesso ao seio materno e vê o mundo do mesmo ponto de observação que sua mãe.

Nossa cultura ocidental não permite um estilo de vida idêntico ao de tribos primitivas, mas podemos tirar lições valiosas sobre como ajudar nossos bebês na adaptação à vida extra-uterina.

Nos primeiros 3 meses de vida, o bebê humano é tão imaturo que seria benéfico a ele voltar ao útero sempre que a vida aqui fora estivesse difícil.

É preciso compreender o que o bebê tinha à sua disposição antes do nascimento, para saber como reproduzir as condições intrauterinas. O bebê no útero fica apertadinho, na posição fetal, envolvido por uma parede uterina morninha, sendo balançado para frente e para trás a maior parte do tempo. Ele também estava ouvindo constantemente um barulho “shhhh shhhh”, mais alto que o de um aspirador de pó (o coração e os intestinos da mãe).

A reprodução das condições do ambiente uterino leva a uma resposta neurológica profunda “o reflexo calmante”. Quando aplicados corretamente, os sons e sensações do útero têm um efeito tão poderoso que podem relaxar um bebê no meio de uma crise de choro.

Os 5 métodos para acalmar um bebê até 3 meses de idade são extremamente eficazes SOMENTE quando executados corretamente. Sem a técnica correta e o vigor necessário, não adiantam em nada.

1. Pacotinho ou casulo (embrulhar o bebê apertadinho)

A pele é o maior órgão do corpo humano e o toque é o mais calmante dos cinco sentidos. Embrulhadinho, o bebê recebe um carinho suave. Bebês alimentados, mas nunca tocados, freqüentemente adoecem e morrem. Estar embrulhadinho não é tão bom quanto estar no colo da mãe, mas é um ótimo substituto para quando a mãe não está por perto.

Bebês podem ser embrulhados assim que nascem. Apertadinhos, de forma que não mexam os braços. Eles se sentem confortáveis, “de volta ao útero”. Bebês mais agitados precisam mais de ser embrulhados, outros são tão calmos que não precisam.

Se o bebê tem dificuldade para pegar no sono, pode ser embrulhado apertadinho, não é seguro colocar um bebê para dormir com um cueiro solto. Não permita que o cueiro encoste no rosto do bebê. Se estiver encostando, o bebê vai virar o rosto procurando o peito, ao invés de relaxar.

Todos os bebês precisam de tempo para espreguiçar, tomar banho, ganhar uma massagem. 12-20 horas por dia embrulhadinho não é muito para um bebê que passava 24 horas por dia apertadinho no útero. Depois de 1 ou 2 meses, você pode reduzir o tempo, principalmente com bebês tranqüilos e calmos.

2. Posição de Lado

Quanto mais nervoso seu bebê estiver, pior ele fica quando colocado sobre as costas. Antes de nascer, seu bebê nunca ficou deitado de costas. Ele passava a maior parte do tempo na posição fetal: cabeça para baixo, coluna encolhida, joelhos contra a barriga. Até adultos, quando em perigo, inconscientemente escolhem esta posição.

Segurar o bebê de lado ou com a barriga tocando os braços do adulto ajuda a acalmá-lo (a cabeça fica na mão do adulto, o bumbum encostado na dobra do cotovelo do adulto, com braços e pernas livres, pendurados). Carregar o bebê num sling, com a coluna curvada, encolhidinho e virado de lado, tem o mesmo efeito. Atualmente especialistas são unânimes em dizer que bebês NÃO DEVEM SER POSTOS PARA DORMIR DE BRUÇOS, pelo risco de morte súbita.

O bebê não sente falta de ficar de cabeça para baixo, como no útero, porque na verdade o útero é cheio de fluido e o bebê flutua, como se não tivesse peso algum. Do lado de fora, sem poder flutuar, virado de cabeça para baixo, a pressão do sangue na cabeça é desconfortável.

3. Shhhh Shhhh – O som favorito do bebê

O som “shhh shhh” é parte de quem somos, tanto que até adultos acham o som das ondas do mar relaxante. Para bebês novinhos, “shhh” é o som do silêncio. Ele estava acostumado a ouvir tal som 24 horas por dia, tão alto quanto um aspirador de pó. Imagine o choque de um bebê acostumado a tal som o tempo todo chegando a um mundo onde as pessoas cochicham e caminham na ponta dos pés, tentando fazer silêncio!

Coloque sua boca 10-20 cm de distância dos ouvidos do bebê e faça “shhh”, “shhh”. Aumente o volume do “shh” até ficar tão alto quanto o choro do bebê. Pode parecer rude tentar “calar” um bebê choroso fazendo “shh”, mas para o bebê, é o som do que lhe é familiar.

Na primeira vez fazendo “shhh”, seu bebê deve calar após uns 2 minutos. Com a prática, você será capaz de acalmar o bebê em poucos segundos. É ótimo ensinar isso aos irmãos mais velhos, que adorarão poder ajudar e acalmar o bebê.

Para substituir o “shhh”, pode-se ligar:

- secador de cabelos ou aspirador de pó

- som de ventilador ou exaustor

- som de água corrente

- um CD com som de ondas do mar

- um brinquedo que tenha sons de batimentos cardíacos

- rádio fora de estação ou babá eletrônica fora de sintonia

- secadora de roupas ligada com uma bola de tênis dentro

- máquina de lavar louças

O barulho do carro ligado também acalma a criança.

4. Balanço

“A vida era tão rica no útero. Rica em sons e barulhos. Mas a maior parte era movimento. Movimento contínuo. Quando a mãe senta, levanta, caminha e vira o corpo – movimento, movimento, movimento.” (Frederick Leboyer, Loving Hands)

Quando pensamos nos 5 sentidos – visão, audição, tato, paladar e olfato – geralmente esquecemos o sexto sentido. Não é intuição, mas a sensação de movimento no espaço.

Movimento rítmico ou balanço é uma forma poderosa de acalmar bebês (e adultos). Isso porque o balanço imita o movimento que o bebê sentia no útero materno e ativa as sensações de “movimento” dentro dos ouvidos, que por sua vez ativam o reflexo de acalmar.

Como balançar ?

1. Carregando o bebê num “sling” ou canguru;

2. Dançando (movimentos de cima para baixo);

3. Colocando o bebê num balanço;

4. Dando tapinhas rítmicos no bumbum ou nas costas;

5. Colocando o bebê na rede;

6. Balançando numa cadeira de balanço;

7. Passeando de carro;

8. Colocando o bebê em cadeirinhas vibratórias (próprias para isso);

9. Sentando com o bebê numa bola inflável de ginástica e balançando de cima para baixo com ele no colo;

10. Caminhando bem rapidamente com o bebê no colo.

Quando balançar o bebê, seus movimentos devem rápidos mas curtos. A cabeça do bebê não fica sacudindo freneticamente. A cabeça move no máximo 2-5 cm de um lado para o outro. A cabeça está sempre alinhada com o corpo e não há perigo de o corpo mover-se numa direção e cabeça abruptamente ir na direção oposta.

5. Sucção

No útero, o bebê está apertadinho, com as mãos sempre próximas ao rosto, sugando os dedos com freqüência. Quando nasce, não mais consegue levar as mãos à boca. A sucção não-nutritiva é outra forma de acalmar o bebê. A amamentação em livre demanda não é recomendada somente para garantir a nutrição do bebê e a produção de leite da mãe, mas também para suprir a necessidade de sucção não-nutritiva. Alguns especialistas orientam às mães a darem chupetas para isso, mas ainda que a chupeta seja oferecida ao bebê, não deve ser introduzida nas 6 primeiras semanas de vida, quando a amamentação ainda está sendo estabelecida. Há sempre o risco de haver confusão de bicos e o bebê sugar o seio incorretamente.

É importante lembrar que o bebê nunca chora à toa. O choro nos primeiros meses de vida é a única forma de comunicar que algo está errado. Ainda que ele esteja limpo e bem alimentado, muitas vezes chora por necessidade de aconchego e calor humano. Por isso, falar que bebê novinho (recém nascido até 3 meses ou mais) faz manha (no sentido de chorar para manipular “negativamente” os pais) não tem sentido, bebês novinhos simplesmente não tem maturidade neurológica para tanto.

Bibliografia:

The Happiest Baby on the Block, Dr. Harvey Karp, Bantam Dell, 2002. New York.

Our Babies, Ourselves: How Biology and Culture Shape the Way We Parent, Meredith F. Small, Anchor Books, 1998. New York.

Texto organizado por Flavia O. Mandic

Até mais!

Add comment 7 07UTC Agosto 07UTC 2009

De olho na segurança

Nosso blog tem uma ferramenta (como muitos outros blogs) que nos possibilita ver quais os termos que as pessoas usaram para chegar até o nosso site.

Muita gente chega aqui pesquisando sobre molde de sling ou como confeccionar um sling. Mas infelizmente por motivos comerciais acabam não encontrando aqui o que vieram buscar ;) .

A minha preocupação é com a segurança. Se você vai fazer o seu sling, por favor, faça ele com argolas seguras e com costuras adequadas. E vale ressaltar que confeccionar sling para vender não deve ser nem de longe somente uma preocupação financeira. A pessoa deve saber como usar, como resolver problemas de uso incorreto e muito mais importante, ter a filosofia do Babywearing bem desenvolvida em si.

O sling não é nenhum milagre. É uma ferramenta que pode vir te ajudar e muito a ficar mais próximo do seu bebê e desenvolver um vínculo mais forte com ele. Mas se for feito e utilizado da maneira correta.

Eu e mais algumas fabricantes de sling estamos desenvolvendo um blog sobre sling seguro: http://slingseguro.wordpress.com .

Se você está em dúvida sobre que argola comprar, ou não comprar rs, acesse o blog do Sling Seguro e veja os absurdos que encontramos por aí diariamente, fruto da desinformação e muitas vezes da ganância.

É isso aí! Segurança em primeiro lugar!

Até mais!!!

Add comment 1 01UTC Julho 01UTC 2009

Meu presente de dia das mães

Pensei e repensei se colocaria aqui a reportagem da Folha de Londrina, e resolvi colocar, os slings são extensão da minha vida de mãe, e foi por causa da minha maneira de cuidar dos meus filhos que cheguei até elese resolvi confeccionar.

Então lá vai:

imgcg_2431Fomos os garotos da capa rs…

Até mais!

Add comment 12 12UTC Maio 12UTC 2009

Sling no desenho Kim Possible

Meu filho estava assistindo hoje, e saiu correndo falando:
Mãe! Vem ver mãe, sling, sling!!! Haha!

E não é que o namorado a Kim tem uma irmã mais nova que ele volta e meia tem que cuidar, e olha só a solução que ele arranjou!

Obs: desenho em inglês.

Divirtam-se! Nesse episódio ele salta de paraquedas com a bebê, lógico que isso NÃO é recomendado, mas acho show a iniciativa dos desenhistas em difundir a prática do babywearing com os pequenos.

Até mais!

Add comment 4 04UTC Abril 04UTC 2009

Canguru X Sling

Muita gente me pergunta a diferença, aproveitando que uma colega traduziu um texto muito esclarecedor resolvi postar ele aqui para que não se tenha mais dúvidas das diferenças entre um e outro:

Comparação entre cangurus convencionais e carregadores de bebê ergonômicos..

Atualmente muitas marcas conhecidas de puericultura oferecem ao público carregadores de bebês como mochilas (também conhecido no Brasil como canguru) de “nova geração” (BabyBjörn, Chicco, Bebé Confort, Jané, Graco..). As principais diferenças entre estes e os carregadores de bebê tadicionais e ergonômicos descritos nestas páginas são as posturas adotadas pelo bebê neles. Se observarmos um bebê em uma destas mochilas (cangurus), podemos constatar que a postura da cadeira (onde o bebeê senta) não é correta. Habitualmente observamos que as pernas do bebê ficam penduradas em relação ao resto do corpo, e não dobradas no estilo “rã” (postura que favorece o desenvolvimento das articulações dos quadris). Com as perninhas penduradas, o peso do bebê é fica apoiado diretamente na zona genital ao invés do seu bumbum, e sua coluna adquire uma postura não-fisiológica.

A postura de “rã” consiste em levar o bebê no colo com as pernas abertas em cerca de 45° em relação ao eixo corporal (abertura total entre as pernas de 90°), e o quadril flexionado de maneira que os joelhos fiquem à uma altura ligeiramente superior ao bumbum. Isso permite que a cabeça do fêmur fique perfeitamente encaixada dentro da articulação do quadril e é a posição fisiologicamente correta, é uma postura ótima, e previne problemas posteriores desta articulação. Esta técnica de encaixamento ajuda a resolver casos de displasia de quadril leves.
Uma boa maneira de saber se um bebê está bem colocado (ou está em um bom carregador de bebê) é se os pés são vistos pelo outro lado.. na posição frontal (barriga-barriga) se vê por trás e no quadril vê-se pelo lado oposto.


Existem também slings “de nova geração” que podemos encontrar facilmente no mercado, nos quais se pode colocar o bebê em posição sentado, como os slings de argolas (ring slings) ou o pouch sling. Nestes slings consegue-se uma posição correta para o bebê, porém se o ajuste não for correto o bebê pode ficar muito baixo, podendo causar incômodo e dores para quem carrega.
Além disso, nas fotografias promocionais destas mochilas mais comerciais sempre aparecem os bebês olhando para a frente. Esta postura é totalmente contra-indicada. Esta posição obriga o bebê a curvar a coluna na posição contrária à fisiológica, ficando mais ereta, e o deixa exposto à uma infinidade de estímulos diretos, sem possibilidade de proteção, uma vez que não pode se virar. Outro fato é o incômodo para quem está carregando, já que o bebê tende a posicionar sua coluna e separar seu corpo de quem o leva e altera o centro de gravidade do mesmo, obrigando-lhe a modificar sua postura correta com consequentes problemas nos ombros e coluna e sobrecarga do assoalho pélvico.
A únicas vantagem que encontramos neste tipo de carregadores mais convencioais é a facilidade de encontrar em qualquer loja de puericultura. As lojas especializadas em produtos para bebês têm buscado responder a uma demanda do mercado, mas em nossa opinião, sem observar muito os aspectos mais importantes (ergonomia para o bebê e quem o carrega). Por outro lado, estas mochilas e slings geralmente podem ser usados por pouco tempo, já que logo se tornam incômodas para quem as usa. Em resumo, pode-se dizer que apesar de apresentar modernos e atrativos designs, ainda lhes faltam muitos aspectos para melhorar, que os carregadores tradicionais já traziam “de série”.


Sobre a Red Canguro:
A Red Canguro, Associação Espanhola para o Incentivo ao Uso dos Carregadores de Bebê, é uma associação sem fins lucrativos, fundada em novembro de 2008, com a finalidade de incentivar o uso de carregadores de bebê entre mães, pais, e qualquer pessoa interessada, difundir informação relacionada, servir como contato e apoio para pessoas que desejam iniciar no mundo dos carregadores de bebê, incentivar o encontro e intercâmbio de informações e experiências entre usuários, aumentar o nível de conhecimento sobre carregar bebês em espanhol e incentivar e difundir a criança com afeição. Para maiores informações sobre o tema visite: www.redcanguro.org

Complementando


…com uma notícia que está em alta: e o sling da Cláudia Leitte???

Carregador de bebê estruturado

Carregador de bebê estruturado


Bem, o sling da Cláudia Leitte, embora seja um carregador de tecido é estruturado, ele tem uma base no fundo e isto faz com que ele não seja ergonômico para o bebê.
Sua “base” impede que o tecido se molde à coluna do bebê e ocasiona num mal posicionamento da cabeça com relação ao pescoço.. isso prejudica a respiração. Além disso geralmente não permite um ajuste de altura bom, costuma ficar muito baixo forçando a coluna de quem o carrega.

Pra deixar claro: SLING é todo carregador de pano, não-estruturado e ERGONÔMICO.

Precisa atender estes 3 requisitos para ser um sling!

Tradução: Andreza Espi. (Dida – Mania de Sling)
Fonte: Red Canguro

Até mais!

Add comment 1 01UTC Abril 01UTC 2009

Reportagem da Veja deixa a desejar!

Queridos, saiu uma reportagem na veja sobre vários produtos para bebês com apelo ecológico. Até aí tudo bem, muito legal o sling estar entre eles, só que o que a Cláudia Leite estava usando, não é um sling! E pra completar me pareceu que a fonte de onde eles tiraram informações sobre o sling não entendia nada de carregadores de bebê e muito menos de ter que carregar o bebê. Fica aqui o meu aviso: Muitas reportagens por aí sobre sling são totalmente descabidas porque os repórteres não vão pesquisar no lugar certo e saem falando o que eles “acham” que seja certo.

Segue texto da Carla da Carinho de Pano:

A revista Veja me irrita!

Tá, não é só ela. As revistas, os jornais, os programas de televisão adoram falar sobre o que não sabem e colocar opiniões de especialistas que simplesmente desconhecem o assunto.
Hoje saiu uma reportagem no “Guia Veja” com o título de Eco bebês.
Fala de roupas orgânicas, tummy tub, mamadeira sem bisfenolA, fraldas de pano, umas bobajadas de capacete e walkie talkie (venho falar desse depois, ou no blog pessoal, não decidi ainda) e… adivinha?
O assunto da moda, o sling, não podia ficar de fora né?
Explica o que é, fala da vantagem de ter o bebê em contato e diz que “ele teria ainda um efeito calmante sobre os bebês mais chorões”.
E transcrevendo:
O que diz quem usa: É prático e confortável nos primeiros meses do bebê. Quando ele fica maiorzinho, por volta dos 10 meses, é preferível usar o canguru, que deixa braços e pernas livres.
O que dizem os especialistas: a partir de 1 ano de idade, a criança fica mais inquieta e existe o risco de queda. O sling não deve ser usado por longos períodos – o máximo recomendável é uma hora por dia. Mais do que isso aumenta o risco de lesões na coluna da mãe.

E ainda ilustra com uma foto da Claudia Leitte carregando o bebê num carregador que não éexatamente um sling. É uma espécie de bolsa que não é fresquinha, não molda com perfeição o corpinho do bebê e ainda dificulta o fluxo de ar que o bebê respira (vou traduzir um estudo que existe sobre esse carregador e posto aqui).

O que eu digo:
1 – Em nenhum momento o canguru é melhor que o sling. Obviamente eles não sabem do que estão falando. Está bem claro que não sabem da diversidade de posições que o sling permite.
2 – Especialistas em que mesmo? Se o sling for utilizado corretamente (e produzido com materiais adequados) não existe o risco de queda.
3 – Bebês precisam ser carregados durante muito mais do que uma hora por dia. Principalmente os mais novinhos. E para carregá-los, é muito mais prático, confortável, seguro e ergonômico carregar no sling.

Que loucura! Parece que existe um complô de alguns jornalistas contra o sling. Mas é apenas o medo do desconhecido que faz com que falem essas bobagens. Uma pena… pois ao meu ver, quando um jornalista publica algo deve ter certeza do que esta falando, pra não reforçar conceitos errados que existem por aí.

Add comment 1 01UTC Abril 01UTC 2009

Da série: Celebridades que usam Sling

Se até ele usa, você também deve usar!!!

Se até ele usa, você também deve usar!!!

Até mais!

Add comment 23 23UTC Março 23UTC 2009

Escolhendo o carregador de bebê ideal

Usar um sling ou carregador de bebê é uma maravilhosa maneira de criar laços com o recém nascido e manter suas mãos livres para as tarefas de casa.

Praticar o babywearing (usar um sling) traz muitos benefícios para a mãe e o bebê incluindo criar um laço afetivo mais forte e um bebê que tem períodos de choro menores. Muitos pais se interessam em usar um sling ou carregador de bebê, mas podem ficar confusos pela quantidade de opções ofertadas a eles.

Pouch Sling (sem argolas)

O Pouch é simples, um sling de peça única que é feito sob medida par quem irá usar. É muito bom para carregar recém nascidos e é um dos mais fáceis de se aprender a usar. Como ele é feito de uma peça de tecido, ocupa pouco espaço na bolsa do bebê. O Pouch é colocado sobre um ombro e passa na diagonal pelo corpo da mãe até o quadril oposto ao ombro onde ele fica. O bebê fica dentro da bolsa que é formada dobrando-se o Pouch ao meio. Eles podem ser usados também na posição barriga com barriga ou também no quadril quando o bebê está maior. Por serem feitos sob medida geralmente só podem ser usados por um dos pais e pode não servir mais se a mamãe ganhar ou perder muito peso e pode ocorrer alguma diferença no vestir à medida que o bebê cresce.

Sling de Argola

É basicamente um Pouch ajustável. Um sistema simples de trava por argolas permite ajustar o tamanho da bolsa onde o bebê fica e também ajustar ao tamanho de quem usa. Por causa desse ajuste, pode ser usado por várias pessoas que cuidam do bebê. Ele tem uma cauda que pode ter um pouco de tecido extra onde vai um bolso com o tamanho aproximado para caber 1 a 2 fraldas o que confere a causa do sling uma ótima característica funcional. Como o Pouch pode ser usado como um carregador frontal ou de quadril e o bebê pode ir deitado na horizontal ou sentado. Os Slings de Argola são extremamente fáceis e versáteis de se usar. O tamanho dele faz com que caiba muito bem numa bolsa de bebê para você usar sempre que precisar.

Mai-Tai

Esse carregador exige um pouco mais de tempo para aprender a usar, mas são muito versáteis e permitem que o peso do bebê fique mais bem distribuído pelo corpo em cima dos dois ombros. Pode ser bem útil quando você realmente necessita das suas duas mãos livres e quer ter a certeza de que o bebê está bem acomodado e seguro. Pode ser usado como um carregador frontal ou nas costas o que pode ser bem útil quando você necessita fazer tarefas de casa com um bebê grande. As maiorias dos Mai-Tais têm poucas partes acolchoadas o que permite que caiba bem na bolsa do bebê.

Wrap ou Encharpe

É uma das opções mais complexas entre os carregadores de bebê, porém é o que melhor existe em número de posições para se usar. São bem compactos para levar na bolsa e uma boa opção para quem quer um carregador que sirva em qualquer pessoa. Permitem que se ajuste o carregador baseado na preferência pessoal dos pais e também pelo peso do bebê à medida que ele cresce.

Fonte: http://infantstoddlers.suite101.com/article.cfm/choosing_the_right_baby_carrier

Nós trabalhamos com o Sling de Argola encomende já o seu!

Até mais!

Add comment 19 19UTC Março 19UTC 2009

Alerta! Texto de Tati Gama | MãeGuru

ALERTA SOBRE ARGOLAS DOS SLINGS!!!!

SLINGUEIROS, CLIENTES E AMIGOS ESTE É UM AVISO MEGA IMPORTANTE!!!

Tem muita gente vendendo gato por lebre por aí!

Muita gente fabricando sling de argola porque acha que é só colocar argola e tá pronto. NÃO É BEM ASSIM!!
As argolas que NÃO PODEM SER UTILIZADAS EM SLINGS: P.E.R.I.G.O
*argolas de cortina de BOX são de PLÁSTICO, muito diferente, muito menos resistente e muito frágil -
*argolas de ACRÍLICO, podem ser bonitas pela transparência, mas não são resistentes!
*argolas de BIJOUTERIA, BOLSAS, CROMADAS, de FERRO, COBRE, LATÃO.

*Bijouteria e Bolsas já diz tudo, não suportam peso, portanto vc não vai arriscar a vida de um bebê!
*Cromadas descascam e as de ferro enfurrujam, cobre e latão são perigosos e não apropriados, além de poder conter substâncias tóxicas tendo em vista que o bebê tem fácil acesso com a boca nas argolas!
*argolas de MADEIRA, porque o sling vai ser lavado e madeira apodrece, além de não ser resistente!!!

As argolas devem suportar peso acima de 80kg!!! GERALMENTE, AS TESTADAS SUPORTARAM TRAÇÃO DE 400KG!!!


As argolas que PODEM SER UTILIZADAS:


*argolas de NYLON, foscas ou brilhantes, testadas e comprovadas. Seguindo as medidas RECOMENDADAS da Sling Rings, elas devem ter: 7.6cm de diâmetro INTERNO e 9.2cm de diâmetro EXTERNO, tendo a largura de 1cm a 1.5cm.

*argolas de metal ideais ou são de ALUMÍNIO, de INOX e de SELARIA, seguindo as características: SEM EMENDAS, ARREDONDADAS e com medidas ideais de: 8.2 cm de diâmetro INTERNO e 8.8 de diâmetro EXTERNO, tendo a largura de 1cm a 1.5cm.

As argolas NÃO PODEM SER FINAS, NEM ACHATADAS, NÃO PODEM CONTER EMENDAS, NEM ABERTURAS.


Infelizmente, por desinformação e inconsciência, existem muitos slings sendo fabricados e comercializados com argolas impróprias.

Fiquem de olho! Ajudem a alertar sobre a importância das argolas!

São vidas que estão em risco quando se utilizam argolas inadequadas!

Se acontecer algum acidente, as pessoas vão primeiro culpar o sling e sequer vão pensar que a culpa foi da utilização das argolas erradas!

USE ARGOLAS ADEQUADAS! BUSQUE POR SLINGS COM AS ARGOLAS ADEQUADAS!

PREÇOS BAIXOS NEM SEMPRE SÃO VANTAGENS, já vi slings de R$ 49,00 reais serem vendidos e terem duas soldas, duas emendas!!! E o mesmo vale para preços altos demais, pois já vi de perto slings de argola sendo vendidos por um preço de mais de R$140,00 reais e as argolas serem de cobre ou latão ou algum material parecido, com cheiro forte de metal, que NÃO SEGUE O PADRÃO indicado como SEGURO para os BEBÊS!!!



As argolas de plástico, de box, de cortina e de madeira só servem para slings de BRINQUEDO, para que as meninas façam com as bonecas o que a mães fazem com os bebês. SÓ PARA ESSA FINALIDADE.
Nossos slings são confeccionados com argolas em Nylon testadas e feitas para esse fim ou com argolas em aço Inoxidável.
Até mais!

Add comment 8 08UTC Março 08UTC 2009

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Telefone: (43) 3341-5665
Celular: (43) 9995-4469
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